31 de dezembro de 2008

Time to say goodbye

É! 2008 está no fim. o que vai ser agora? Não sei, não faço a mínima idéia.
De um ano pra cá o que será que mudou? Revi algumas coisas e vejo que algumas coisas mudaram. Percebi que sentir um vazio é algo de praxe em meus fins de ano.
Para hoje a noite é incerta. Tão incerta quanto as certezas que eu tinha e que se tornaram pó.

Pra 2009 registro alguns desejos:
  1. Voltar a malhar;
  2. Dormir mais cedo e dormir menos. Não sou uma ursa hibernando;
  3. Ler mais livros;
  4. Aprender uma nova língua;
  5. Ficar em paz com meu coração.

29 de dezembro de 2008

Eu prometo

Postar algo decente, antes do ano acabar!

23 de dezembro de 2008

Sobre uma segunda-feira de manhã

Uma segunda como tantas outras com pensamentos aleatórios como tantos outros. Dali a dois dias já seria Natal, embora ela ainda não estivesse no clima da ocasião.

Folheou então as páginas do livro que havia trazido para passar o tempo. A leitura embora interessante não conseguiu prende-la por muito tempo.

Na sala, apenas o ruído do computador a funcionar preenchia o ambiente. Esperava por mensagens no celular, esperava por mensagens no correio eletrônico, mas nem uma nem outra apareciam para preencher aquele vazio.

Desejou ter dinheiro para vijar. Desejou conhecer pessoas e lugares diferentes.

Sentiu falta de alguma música e por instante pensou em ligar a TV. Mas sabia que não haveria nada de interessante. O ambiente fechado e repleto de pó fez com espirrase: uma, duas, três, seis vezes seguida.

Olhou para o celular. Verificou novamente a caixa de emails. Nada de novo.

Trancou a porta e saiu para ver o sol.

22 de dezembro de 2008

Pulando. Ou saudade do Jump

Antes de começar a trabalhar eu contei neste mesmo blog, que você lê agora, sobre minhas aulas de jump. Eu havia pesquisado algumas coisas, num dos posts, por exemplo, publiquei que numa aula de Power Jump é possível perder até 500 calorias. Em outro post contei sobre as melhoras aeróbicas que eu havia notado.

Relendo esses posts hoje percebi que tenho sauade da época que estava cuidando melhor do meu corpo e que preciso voltar.

Além de me divertir tentando acompanhar as coreografias, era saudável estar sempre perto da minha irmãzinha de coração.

Mas o que pouca gente sabe é que por mais que muita gente chame apenas de Jump, há várias vertentes paras essas aulas em cima da cama elastica[bb].

Não existe somente o Jump, existem vários programas que englobam diversos exercícios em cima da cama elástica. O que eu praticava era o Power Jump, da Body Systems, que também desenvolve outros programas que você já deve ter ouvido falar como "BodyPump", "BodyJam" ou "BodyCombat"

Da concorrência você deve ter ouvido falar no Jump Fit, que eu não sei como funciona.

No Power Jump, as aulas começam com um aquecimento no solo, já com as músicas. O professor vai dando nome a cada padrão de movimento.

Depois de alguns minutos no solo subimos para os mini- trampolins, a sequência de exercícios vai mudando conforme muda a música. Algumas das músicas são remixes de músicas já conhecidas. Lembro que uma delas era um remix de Keysha Cole com Rihanna. Também lembro de dançar e exercitar-me ao som de Alexia. A intensidade sobe junto com as músicas. Impossível não sentir evolução nas pernas, principalmente as coxas. que ficam durinhas com poucas aulas.

Acho que em janeiro devo retornar para a academia. Se você tiver pique, aproveite o Power Jump como "aquecimento" e depois faça as séries de musculação. Retorno garantido.

20 de dezembro de 2008

Casulo

Borboleta pequenina, por mais bonita que seja precisa passar um tempo no casulo. Acho que estou precisando voltar para o meu. Ficar só, me isolar um pouco, e colocar as idéias e principalemente o coração em ordem; Até aí tudo bem, o problema é como comunicar isso ao universo ao meu redor. Não quero ser taxada de chata ou anti-social. Só acho que estou precisando de um tempo só para mim.

Então se caso eu voltar para o meu casulo, por favor, entenda. Preciso ficar livre para poder ficar em paz, para me achar, me refazer. Se caso eu sumir, se caso eu não responder no msn, é porque talvez eu esteja no meu casulo, me transformando, evoluindo, contribuindo com a minha metamorfose, amadurecendo por dentro e por fora.

18 de dezembro de 2008

Infinita Highway

Já dizia uma antiga paixão sobre mim: eu sou tão confusa que me confundo, e sendo assim lembro da música que dá título a este pequeno conjunto de palavras reunidas neste blog na data de hoje, porque no fundo no fundo "Minha vida é tão confusa quanto a América Central" e por isso faço, ou tento fazer, um trato "Você desliga o telefone se eu ficar muito abstrato..."

Engenheiros parece ditar toda a minha vida hoje, parece que estou pagando "meus pecados por ter acreditado que só se vive uma vez". Ando pensando demais e isso é ruim. Bem ruim pra falar a verdade.

"Muito prazer meu nome é otário' parece me lembrar das minhas causas perdidas, dos amores deixados para trás, amores que admitindo ou não eu ainda queria que fosse pra sempre. "Diga a verdade ao menos uma vez na vida, você se apaixonou pelos meus erros", porque a gente sempre vai ser algo mais ou menos assim:

Somos o que há de melhor!
Somos o que dá pra fazer...
O que não dá pra evitar
E não se pode escolher

Ouvindo Engenheiros, tentando arquitetar um roteiro pra minha vida, mas realmente eu estou mais confusa do que o de costume. Acho que é culpa de uma saudade que não tem fim e que ainda mora aqui no meu peito. Tem horas que ainda dá vontade de gritar: "Volta!"

Releio o post até aqui. As palavras não possuem nexo. Vão mudando, sendo escritas conforme a música no player. Um erro assim tão vulgar, me persegue a tarde inteira e de noite vai me achar num bar. Não sei se eu soubesse antes o que sei agora, será que eu erraria exatamente igual? Não quero ser o que não sou. Palavras soltas, versos emprestados do Sr. Gessinger.

14 de dezembro de 2008

Apenas um corpinho bonito?

Será que é só isso que sou? Me sinto mal às vezes quando noto que enquanto eu busco um relacionamento sério, ninguém quer nada com nada, simplesmente porque a grande maioria tem medo de se envolver, medo de sofrer, medo de não dar certo, medo de gostar de alguém.

 

Estou me achando super careta. Não gosto de fazer a linha "Deu mole eu to pegando". E gosto menos ainda de levar alguém que não vale a pena à sério. Acho que quanto mais a gente espera de alguém mais a gente se decepciona.

Saudade de pessoas corretas. Pessoas que sabem muito bem o que querem e o que não querem.

Não sou apenas um corpinho bonito dando sopa por aí. Sou mais que isso. Uma pena que ninguém se interessa por minhas idéias, minha forma de ver o mundo. Sinto que todo mundo se torna surperficial. Quero gente com conteúdo ao meu lado. Gente que faz os momentos juntos valerem a pena.

13 de dezembro de 2008

Numa vibe musical...

Ouvindo muitas músicas, prestando atenção em muitas letras, lembrando de muita gente e principalmente: pensando em muita coisa.

Planos pra uma viagem que não sei se vai acontecer.

Planos, planos e mais planos. Eu tenho uma ânsia muito grande em fazer acontecer. um impulso muito grande pra fazer o mundo girar, um impulso que às vezes não consigo segurar.

No mais? Tudo certo. O planeta Terra tem me proporcionado surpresas. Vamos ver no final no que vai dar.

Comprei presente. Não sei se entrego. Fico me perguntando se vai fazer a diferença que eu gostaria que fizesse. Às vezes me sinto um  zero à esquerda. Até quando?

8 de dezembro de 2008

Das músicas que eu escuto - 02

Post parecido com outro, sim senhora

Vínícius é tão bom, tão perfeito, tão gostoso de se ouvir, tão real, tão algo que me completa, tão belo quanto aqueles olhos castanhos. Me peguei ouvindo e cantando...

 

Minha Namorada - Vinicius de Moraes

Meu poeta eu hoje estou contente
Todo mundo de repente ficou lindo
Ficou lindo de morrer
Eu hoje estou me rindo
Nem eu mesma sei de que
Porque eu recebi
Uma cartinhazinha de você
Se você quer ser minha namorada
Ai que linda namorada
Você poderia ser
Se quiser ser somente minha
Exatamente essa coisinha
Essa coisa toda minha
Que ninguém mais pode ter
Você tem que me fazer
Um juramento
De só ter um pensamento
Ser só minha até morrer
E também de não perder esse jeitinho
De falar devagarinho
Essas histórias de você
E de repente me fazer muito carinho
E chorar bem de mansinho
Sem ninguém saber porque
E se mais do que minha namorada
Você quer ser minha amada
Minha amada, mas amada pra valer
Aquela amada pelo amor predestinada
Sem a qual a vida é nada
Sem a qual se quer morrer
Você tem que vir comigo
Em meu caminho
E talvez o meu caminho
Seja triste pra você
Os seus olhos tem que ser só dos meus olhos
E os seus braços o meu ninho
No silêncio de depois
E você tem de ser a estrela derradeira
Minha amiga e companheira
No infinito de nós dois

5 de dezembro de 2008

Desejos estúpidos

Que sejam muitas loiras e que venham tão estúpidas quanto minha garganta sedenta almeja. Que as loiras sejam boas, sejam bohemias e gostem da vida fácil que eu levo. Que me acompanhem e me façam rir. Que a presença delas seja tão intensa na minha vida que eu sinta o mundo diferente.

Pois é, tudo isso é vontade de tomar uma cerveja gelada, e principalmente, ter a companhia dos meus amigos queridos.

Desejo de deliciar-me com uma cerveja estupidamente gelada, de sorver cada gole como se fosse o último.

Chega logo "final de semana", chega porque te almejo, chega porque quero ferver, chegar porque quero beijar as bocas que me desejam, porque quero rever os olhares que me encantam, quero viver a vida que me espera. Chega, porque quero apagar deste meu peito essa dor, essa ausência que insiste em incomodar. Chega, mas venha acompanhado. Bem acompanhado de preferência. Chega porque a falta que eu sinto daquele amor pra vida toda me machuca a cada instante. Chega e me faz esquecer, me faz delirar, me faz amar novamente.

4 de dezembro de 2008

Das coisas estranhas que acontecem

Acho tão estranho as coisas do amor. Acho estranho como elas são e como acontecem. Acho estranho todo mundo achar que é jogo. Talvez seja sim um jogo de sedução, um jogo de cartas, onde você nunca saber o que o lado de lá vai aprontar. Na verdade acho que que no fundo tem mais a ver com um jogo de dominó. Por quê? Porquê as peças se encaixam, e só se encaixam nas coisas iguais, e muitas vezes quando não temos nada igual a gente passa a nossa vez, ou ainda compramos peças. Comprar peças é somar coisas ao que nós já éramos no início do jogo.

Às vezes somos obrigados a comprar peças, pode ser por dor ou por amor, mas compramos.

O ruim é que a gente sempre espera o outro mostrar a peça pra poder saber o que a gente precisa comprar. Acredito que pior que isso é esperar o outro "jogar" pra poder dizer o que sentimos.

Eita mania boba essa: querer ser aceito. Esse medo de rejeição, medo de tomar um fora, medo de admitir que talvez possa não dar certo nos impede de sermos nós mesmos. Por essas e por outras, trancamos quem somos à sete chaves.

Tudo bem que ninguém nunca vai entregar as 7 pra outra pessoa, no máximo umas 5 ou 6, até porque é difícil quem se conheça tão bem ao ponto de possuir todas as chaves e poder escolher como e pra quem entregar.

O fato é que chega uma hora que de tanto sofrer a gente não se abre e não se permite gostar de alguém simplesmente por medo de sofrer, por medo de perder aquilo que ainda não se tem.

Acho que cansei dos jogos. Só quero cuidar de alguém e quero que esse alguém também cuide de mim.

Quero abraçar, ficar conversando, vendo o tempo passar, onde tudo o que importa não são nem as palavras ditas, mas os momentos juntos.

3 de dezembro de 2008

Das músicas que eu tenho escutado

Essa é uma das poucas que sei (tentar) tocar no violão.
Gosto da batida, gosto da letra, gosto de ouvir por vezes seguida.


Não Vá Embora - Marisa Monte
Composição: Arnaldo Antunes / Marisa Monte

E no meio de tanta gente eu encontrei você
Entre tanta gente chata sem nenhuma graça, você veio
E eu que pensava que não ia me apaixonar
Nunca mais na vida

Eu podia ficar feio só perdido
Mas com você eu fico muito mais bonito
Mais esperto
E podia estar tudo agora dando errado pra mim
Mas com você dá certo

(Refrão):
Por isso não vá embora
Por isso não me deixe nunca nunca mais
Por isso não vá, não vá embora
Por isso não me deixe nunca nunca mais

Eu podia estar sofrendo caído por aí
Mas com você eu fico muito mais feliz
Mais desperto
Eu podia estar agora sem você
Mas eu não quero, não quero

(Refrão):
Por isso não vá embora
Por isso não me deixe nunca nunca mais
Por isso não vá, não vá embora
Por isso não me deixe nunca nunca mais (2x)

2 de dezembro de 2008

E você?


Eu posso até estar na pior, mas nunca me deixo abater. Eu sou a Lindsay Lohan e sempre tem uma boate cheia de amigos, DJs, gatinhos (e até umas meninas bonitinhas, vai!) para eu me divertir e esquecer dos problemas.

Qual celebridade você é quando está na pior?



1 de dezembro de 2008

Um GPS por favor!

Acho que pelo menos uma vez na vida todo mundo já sentiu-se assim: Completamente perdido. Mas assim, perdidinho da silva mesmo.

Eu estou assim agora. Sentindo falta do meu chão, do meu coração, da minha segurança e principalmente: daquela coragem de me jogar de cabeça nas escolhas que faço.

Quanto mais opções mais díficil escolher. E minha vida não é igual um rodízio onde cada hora provo um sabor. Eu quero uma coisa só. Ou uma pessoa só, enfim entanda como quiser. Mas estou me sentindo tão estranha, tão estranha que não me reconheço.

Como disse Nando Reis: "Eu estava em paz quando você chegou...".

Senhora sensação estranha hoje. Há muito não sentia nada parecido.

Sei lá como vai ser essa semana.

27 de novembro de 2008

Separando sílabas

Repito nomes madrugada adentro. Na verdade o nome que eu repito é apenas um, mas testo outras sonoridades. Estranho me pegar repetindo um nome assim, dizendo separadamente cada sílaba, gostando de cada som.

Repito o nome enquanto os minutos se arrastam. Repito, enquanto imagino a noite lá fora, uma vez que a janela já foi fechada faz tempo. Troco palavras, leio e releio as poucas mensagens deixadas no aparelho celular.

Repito um nome madrugada adentro. Me pego imaginando coisas, criando cenas. Não quero criar expectativas. Não devo.

Repito a música, repito o som.
E penso novamente no mesmo nome, o nome de quem há tempos já está dormindo.

24 de novembro de 2008

Paixão por palavras

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Não sei se fiz jornalismo pela busca de uma profissão onde eu pudesse sempre fazer perguntas e aprender um pouco mais sobre tudo, ou se fiz porque tenho uma certa paixão pelas palavras.

Acho que por gostar tanto do resultado da soma de letras, sílabas, todas essas coisas que respresentam os fonemas sempre gostei de pessoas comunicativas. Mesmo aquelas que não falam muito, mas que tem o dom de conversar com gestos ou com os olhos.

Me deparar com alguém de poucas palavras é uma experiência um tanto quanto inusitada. É me deixar com uma pulga atrás da orelha e um ponto de interrogação sobre a cabeça. Sempre fui transparente ou tentei ser. Mesmo que por diversas vezes eu tenha me fechado e construído um muro de Berlin ao redor de mim.

O silêncio me atrai. Vejo nele um mistério a ser desvendado. Gosto de descobrir as pessoas. Tudo bem que às vezes acho que eu sei mais sobre a pessoa do que ela mesma, ou eu me equivoque nas minhas conclusões e descubra que, no fundo, eu não sabia era de nada.

O fato é que às vezes eu tenho medo. Medo pela minha curiosidade e medo pela minha imaginação. Medo porque posso perguntar demais, e medo porque se eu não perguntar eu começo a deduzir.

Algo que sempre me incomodou é o fato que eu tenho consciência de que eu simplesmente penso demais. E meus pensamentos são como esse texto: prolixo.

Contudo, se há algo que eu realmente não posso negar é essa minha paixão por palavras, até porque pensamentos são simplesmente aquelas palavras que não foram ditas.

21 de novembro de 2008

Rebobinando...

Por conta da vida, às vezes a gente começa a rebobinar aquele filminho que tem na cabeça da gente chamado "memória". Sei que fui rebobinando os capítulos onde incluí a tag amor/relacionamentos. E cheguei num ponto onde, de fato meus relacionamentos começaram: meu primeiro beijo. Talvez tudo o que eu viva hoje ainda seja reflexo de como tudo aconteceu.

Beijei tarde pra caramba se formos comparar com o resto da humanidade, afinal já era 2001 e por incrível que pareça eu já tinha (jura que não vai rir?) 16 anos. Não sei se eu demorei pra crescer, se aproveitei bem a infância, se eu era muito feia com cara de nerd, se eu só tinha amores platônicos ou se no fundo eu era insegura pra dar esse passo. Eu sei que eu nunca me pressionei e nem me deixei ser pressionada pra que o tal "primeiro beijo" rolasse. Uma coisa eu sempre tive certeza: queria que fosse com alguém especial, queria um beijo que não fosse beijar por beijar.

E assim foi. Durante uma quermesse no mês de julho, no melhor estilo "adolescente fazendo coisa escondida": Durante a noite e atrás da Igreja. Ele tinha os olhos verdes mais bonitos que eu tinha visto até então e simplesmente não acreditou que eu fosse BV. Primo de uma amiga, irmão de um conhecido e uns dois anos mais velho que eu, ele foi gentil e nem notou minhas pernas trêmulas. O beijo em si foi bom, tão bom que continuou se repetindo por alguns dias. O ruim foi o pedido de namoro que veio uma semana depois. Tudo bem que eu queria que fosse especial, mas pra mim, naquela época, namorar era muita responsabilidade para uma "garotinha" de "apenas" 16 anos.

14 de novembro de 2008

Equações e pronomes

Aos 23, entendi que algumas coisas, e o amor é uma delas, só funcionam direito se forem oito ou oitenta. E não adianta querer algo e não tomar certas atitudes, certas ações. Uma vez que cada escolha requer uma renúncia, afinal tudo tem seu preço.

O fato é que quanto maior a renúncia, talvez (e sim eu disse talvez, porque nem sempre a vida é previsível assim) maior seja também a recompensa.

É estranho ver o amor como um objeto de cristal que ao se quebrar nunca mais voltará a ser o mesmo, será que de verdade é assim? Será que um amor antigo depois de muito tempo por mais que ainda exista não é mais possível por conta das mágoas causadas e sofridas?

Até onde o que sentimos é fruto daquilo que desejamos, daquilo que nos permitimos sentir?

Entre ter um amor morno e uma paixão momentânea porém arrebatadora, o que é melhor? O que você escolheria?

A certeza de amar, de continuar amando, continuar querendo, a certeza de querer por perto ainda existe. O que falta é aquela segurança, segurança de que posso contar, de que ao final o resultado dessa equação seja um, não uma só pessoa, mas a certeza de que ainda seremos "nós" e não simplesmente os pronomes "eu" e "você".

5 de novembro de 2008

Finória

Finória: feminino singular de finório que é adjetivo e significa: indivíduo sagaz; manhoso; ladino; matreiro; astucioso.

Me sinto uma Infante falante. Uma criança boba e feliz que não sabe e nem imagina o dia de amanhã, mas que mesmo assim está feliz.

Sabe quando você acaba de voltar de uma excursão? Tipo aquela primeira ida ao zoo? E que você sente as pernas ainda mexendo, ainda movimentando-se mesmo estando deitada? Sei lá, estou meio assim. Meio criança feliz e muito, mas muito finória.

Não contavam com minha astúcia, não é?

Não me pergunte o porquê, mas estou me sentindo uma criança grande. Aproveitando cada instante. Por dentro, se chove eu danço na chuva se faz sol eu me bronzeio, se tudo é silêncio eu reflito sobre o momento ou encontro um pouco de paz, se há barulho eu procuro a música presente em cada ruído e vejo festa em tudo. Se há nuvens eu procuro desenhos, se não há eu contemplo o céu azul.

Post meio nada a ver eu sei. Sem pé nem cabeça. Escrevo como escrevem as crianças. Sem ser linear, sem ter rumo, apenas digitando o que vem à cabeça;

22 de outubro de 2008

Resoluções e Saldo parcial

Fim de ano batendo à porta, hora de sentar e começar a fazer o balanço de 2008 e planejar 2009. Fazer as famosas "Resoluções da Ano Novo", aliás resoluções que dificilmente alguém segue né?

Eu por exemplo nunca segui à risca nenhuma, já tentei, algumas até aconteceram, mas nada do tipo: "Eu tenho que cumprir". Este ano, por exemplo, consegui um emprego melhor, coisa que já estava nos planos, mas foi algo que aconteceu, não trabalhei efetivamente pra que isso acontecesse.

O legal de fazer "Resoluções" é que você tem pelo menos um norte, um lugar pra onde você quer caminhar, e nesse sentido acho super válido. O ruim é que se você se apega demais e não consegue perder aqueles 3 quilinhos que tanto incomodam ou mudar o visual radicalmente você se frusta e acho que frustação é uma palavra que eu definitivamente quero riscar do meu vocabulário em 2009.

Para o Tudo de Blog



Dois mil e oito, pelo menos até agora, foi um ano de mudanças e principalmente de amadurecimento. Mudança de companhias, de limpeza no "hall social", limpeza nas companhias e nos ambientes que eu frequentava. Não que eu fizesse parte da escória joseense, mas é que sei lá viu... Não me arrependo, até porque "fazer merda ajuda a adubar a vida", mas que 2008 está melhor que 2007 não posso negar, do ano passado ficou quem realmente fez a diferença. O restante do povo de 2007 ficou guardado (com carinho) na caixinha das lembranças. Sendo assim acho que 2008 vai precisar de uma caixinha maior: mais gente especial na minha vida. Gente que por um motivo ou por outro quero levar para todos os anos seguintes. E teve quem voltou também em 2008. Quem eu achava que jamais voltaria a figurar nesse espetáculo chamado "vida", foi voltando bem devargarzinho (ou seria devagarinho?) e tomando a frente e virando protagonista e me trazendo paz.

É cedo ainda pra pensar num balanço geral, mas minhas relações sociais este ano com certeza evoluíram

14 de outubro de 2008

Paradigmas?

Não me pergunte o porque mas cautela nunca é demais. Coração extremamente dividido. Minha razão dando mais sinais de vida do que nunca, que até estranho pensar tanto antes de agir.

Já não é mais só medo de seguir em frente, agora é também medo de não voltar atrás. E se for minha última chance? Mas e se eu já tiver tentado demais?

Queria tanto respostas pra tantas e tão difíceis perguntas... Ou ao menos uma dica: se tomo atitudes conforme manda o coração ou se elejo a razão como minha senhora absoluta e me jogo em direção à esse ocenano batizado de "novo"?

Dizem que a gente deve inovar, quebrar paradigmas, mas e quando o assunto é o coração? A gente inova ou fica com as certezas que tem? Onde é que entra o amor nessa história? Até que ponto vale a pena quebrar um paradigma pessoal de amor?

O ruim é que com tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo fica difícil decidir em como devo sair do lugar. Minha posição não é das melhores. Tudo bem que até tentam me compreender, mas como vão conseguir entender do lado de fora o que eu não tenho a mínima noção de como começar a compreender estando do lado de dentro?

Aí eu lembro de Madonna, que é perfeita em sua canção "Love Profusion":

Não por acaso essa canção sempre foi uma das minhas favoritas, daquela que para muitos é a rainha do Pop. Acho que nada se encaixa tão bem quanto isso:

There are too many questions
There is not one solution
There is no resurrection
There is so much confusion
[...]
There are too many options
There is no consolation
I have lost my illusions
What I want is an explanation

8 de outubro de 2008

E se for medo?

E se for medo o que aflige este não tão velho coração? E se for medo o que me impede de me jogar em novas relações, com pessoas diferentes, com desconhecidos até então tão agradáveis? E se for medo de entrar numa relação querendo gostar, quando de fato ainda não se gosta ao ponto de namorar?

E se a questão não for nem o fato de, de repente, querer curtir, zuar, galinhar, mas preservar um pouco do que ficou aqui?

Minha cabeça gira, rodopia, me deixa tonta com tantos pensamentos. Eu olho. Eu vejo. Eu gosto do que vejo. Mas essa minha necessidade de racionalizar algumas coisas me deixa confusa.

E se tudo for um medo bobo? Um trauma? Medo de que não dê certo de novo? Medo de me machucar e principalmente: machucar alguém legal?

Eu tenho medo de fazer perguntas. Mas tenho ainda mais medo de possíveis respostas.

7 de outubro de 2008

O Som do Jogo

E agora, o que eu vou fazer?
Se os seus lábios ainda estão molhando os lábios meus?
E as lágrimas não secaram com o sol que fez?

E agora como posso te esquecer?
Se o seu cheiro ainda está no travesseiro?
E o seu cabelo está enrolado no meu peito?

Espero que o tempo passe
Espero que a semana acabe
Pra que eu possa te ver de novo

Espero que o tempo voe
Para que você retorne
Pra que eu possa te abraçar
E te beijar
De novo

E agora, como eu passo sem te ver?
Se o seu nome está gravado no
Meu braço como um selo?
Nossos nomes que tem o "N"
Como um elo

E agora como posso te perder?
Se o teu corpo ainda guarda o
Meu prazer?
E o meu corpo está moldado com o teu?

Espero que o tempo passe
Espero que a semana acabe
Pra que eu possa te ver de novo

Espero que o tempo voe
Para que você retorne
Pra que eu possa te abraçar

Espero que o tempo passe
Espero que a semana acabe
Pra que eu possa te ver de novo

Espero que o tempo voe
E que você retorne
Pra que eu possa te abraçar
E te beijar
De novo
De novo...de novo...de novo...

6 de outubro de 2008

Votar e lembrar...

Um passo de cada vez, um dia de cada vez, um momento a cada instante. Tentando aproveitar cada coisa no seu devido momento. Tentando deixar a vida mais gostosa, mais prazerosa, mais interessante

Jantar no shoppingo no domingo à noite como há muito tempo eu não fazia me fez bem. Situações semelhantes, pessoas diferentes. O fato é: eu adoro comida Oriental. De salmão apimentado, frango xadrez, yakissoba à sushis e sashimis.

Baladinha no sábado e apesar de morta foi muito bom rever grandes (e bons) amigos. Eleição no domingo e mais uma vez rever alguns amigos. Gente que estudou comigo na primeira série do ensino fundamental, que na minha época era "Ciclo Básico", rever professores, rever a escola onde passei praticamente metade da minha vida... Poderia dizer que o final de semana foi feito de lembranças: tanto as ruins quanto as boas.

O mais engraçado foi perceber que mudei muita coisa e que justamente por isso acho que sou e estou mais feliz hoje. Não que eu tenha deixado de ser certinha...O que eu realmente era, mas aprendi a ser eu mesma, a ser leal comigo.

Alguns assustam, outros acham legal, e eu? Eu vivo!

No fundo acho que preciso aprender a jogar melhor esse jogo da vida. Ver as cartas na mesa, as cartas na manga e continuar jogando... Continuar seguindo...

1 de outubro de 2008

Desejo de mandar

Sabe quando tudo o que você mais quer é mandar. E mais do que mandar: ser obedecida? Pois é estou assim. Querendo mandar no meu destino, afim de que ele seja como eu quero nas mais diversas áreas: principalmente no coração.

Sabe quando do nada uma troca de olhares tem um "quê" a mais? Sabe quando você conhece alguém que é tudo de bom, mas seu coração ainda está machucado com outra história? Pois é, tudo o que eu quero é que meu coração fique são logo, que fique "pronto pra outra"...

Tudo bem que dá medo pensar em me apaixonar de novo, mas se tiver que ser... será!

29 de setembro de 2008

Vivendo e aprendendo

Achando sem procurar.

Estava ali apenas, como quem nada quer, olhando o movimento, os passantes, os traseuntes. Não procurava por nada, mas achei. E me surpreendi. E gostei do que achei das pessoas com quem conversei.

A ferida, antes aberta, está  agora cicatrizando. Na verdade está  com a "casquinha" em cima, coçando um pouco ainda, mas tudo indica que a vida tratou de começar a cuidar dela, ou achar que cuide.

Minha consciência está  extremamente limpa e leve.

Estou seguindo com a minha vida: quem desejar ficar ao meu lado que me acompanhe!

25 de setembro de 2008

Olhinhos castanhos

Ela solta um "oi" tão empolgado que até o fez duvidar das intenções por trás da palavra tão pequena. Respondeu as breves perguntas e elaborou perguntas apenas por perguntar. Se há interesse? Não se sabe ao certo.

Não é linda, mas é interessante. Do tipo que chama a atenção. Mas é distante e quiçá um pouco tímida. Há quem a ache bonita. E há também quem a ache encantadora. Um pouco dos dois, quem sabe...

Com poucas palavras, não demonstra interesse. Aliás nunca demonstrou. No máximo conseguiu elogiar o perfume usado na ocasião... Ela possui uns olhinhos castanhos pequenos e brilhantes... Sabe se lá o motivo do brilho, talvez pudesse ser a bebida que havia consumido naquela noite. Uma noite saudosa diga-se de passagem.

De tudo o que mais o marcou foram os olhos. Aqueles pequenos olhos castanhos que ansiava em ver de novo. O que intrigava era o brilho daquele olhar: era intenso, era digno de fazer nascer um sorriso à quem observasse com atenção.

Aqueles olhinhos castanhos acompanhavam muito mais coisas. Coisas suficientes para que a saudade brotasse e o desejo de beijar novamente aqueles lábios ardesse novamente no peito.

24 de setembro de 2008

#EmoDay

ResoLVI PartICIPAh DU #eMoDaY TB...... pRAH QM (ainDaH) NAuM sABE DiAh 24 (UI) dI sEtEMbRU KomeMORah-si u diAh Du emU...... TuDu IXXu TeVi INICIU nU aNu PaXXAdU Kum U BlOG NAdaVEr...... eu Jah anDu 1/2 eMu Msm!!!!! xXxORaNu axXx PItaNgAxXx i naH FalTaH di 1 TENixXx Novu uSANu U velhu aLLSTaH......

i NADah + EmU dU kI U mIgUxXxEixXx...... OpaH...MAxXx kALmAH aIH!!!!! si VUxXxE axXxAh ki EsCreVi EXXi POst DISTaH MAneRaH KOmu VUxXxe tAh Lenu SiNTU DizE MAxXx vUxXxE TaH MTU Enganadu...... NAh vERaDi Eu USEI 1 TradUtoR...U ki FACilITaH (I mTU) AxXx KOisAxXx...VIstu kI Eu NAUm tENHU PratICAH KUm eXXah LINGuaGI PoRCah 'INOvaDORAH'

SI AiNDAh aXXIM vuxXxe NAum enTendeu u Espiritu dah KOiZaH VuxXxE Podi pRoCurah U sIgnifICADeenHu dI Emu NAh WIkiPEdIah Ou Ri kUM a definIXXAUm dah diSciclopEDiah...... DPoIxXx DIXXu VuxXxE AINdAH pOdI fAze 1 teSTI praH vE SI VuxXxE sI ENcAixXxaH nu PERfiu di eMU...... aiH vUxXxE Podi si rEVELAh eMu...KOnFeXXah i KOlOcah NU YoTUbE...... kasu U RESULtaDEEnHu dU seU TEStI De NeGAtivu PodI dIScoBRI kOmu se eMU SIgUiNu ALguMAxXx rEgRAxXx!!!!!

I nAUm Si EsKeXXaH di Ovi alGUmAxXx bAnDAxXx...... hAh vAriaxXx ki saUM dU GEnEru: uMAxXx faZeM suCEXXU...otRAxXx tauM kasE lah i TeM tB AxXx Ki nINgUEM KonhEci tipu A "Emu." (leIaH-sI EmU POntu) KI Nem Eh tAuM emu AXXiM, mAixx eh legaUUU voXxXEeE ouVIrrrr a mUUzziKaahh Rayana!.

 

Não entendeu nada? Ficou confuso? Baixe o arquivo de texto com o post escrito corretamente.

23 de setembro de 2008

Miscelâneas sobre a minha vida e a vida alheia

Sabe quando você resolve passear pelos orkut's alheios? Sabe quando você resolve entrar no perfil de um conhecido e resolve ler os depoimentos do fulano? Pois é, eu fiz isso hoje. E estou me sentindo tão estranha. Não estranha por "bisbilhotar" a vida alheia, mas por ter a impressão que a vida dos outros dá certo.

Quer um exemplo? Vamos lá: Você passa boa parte da sua vida sentimental se matando por alguém, tem N amores impossíveis, mas de repente pára e olha e vê que o amor do fulano do Orkut que, teóricamente, é bem mais complicado que o seu caso dá certo, e o seu não!

Você se forma. Passam-se anos, você entra no orkut do alguém da tua turma ou esbarra por aí numa dessas esquinas da vida: o cara está num emprego super bacana, ganhando bem e ajeitando a vida. No minímo já viajou, já comprou um carro ou outro bem de valor. E eu nessa história?

E aí? E eu? E meus amores impossíveis? Meus contos de fada? Quando é que algo vai de fato ser real na minha vida? Eu tinha um emprego legal, não ganhava bem: fato! Mas tinha reconhecimento. Beleza, sai. Encontrei outro, que por enquanto também está bacana, mas nesse meio tempo me enfiei em dívidas. Cade o dinheiro?

Poxa, eu só queria ter uma grana pra viajar sabe. Nem é viagem das grandes não, nem cheia de mordomias também. Viajar pra ficar em albergue, mas tendo certeza que consigo me virar. Ficar um final de semana, que seja, longe, conhecer culturas novas. E se não puder gastar assim, que ao menos eu consiga juntar dinheiro, fazer um pé de meia e sair do vermelho.

Sei lá, estou me sentindo extremamente frustrada. Parece que estou andando sem sair do lugar. Acabei de lembrar da minha psicóloga: Eu sou ansiosa, eu preciso de resultados rápidos, quando isso não acontece eu perco a motivação e tudo começa a ir mal.

Ando fugindo de compromissos. Sejam eles profissionais ou sociais. Aí você passa no meu fotolog e fala mas e os passeios, as saídas? Aí eu respondo: é fuga! É uma pseudo tentativa de fugir da realidade. Não estou legal. Tanto que estou desabafando essas palavras porcas aqui... Não quero o dó nem a pena de ninguém.

E eu continuo fugindo, tentando me encontrar. E estou puta também: peço orçamento pra duas gráficas as duas atrasam! Ah meu não quer vender/atender avisa que eu procuro outra. Aí eu ligo: "Bom dia fulana, tudo bem? E meu orçamento" ouço a resposta "Ah desculpa, até a hora do almoço estará no seu email" Já passou da hora da janta e até agora nada. Fico puta com essas coisas.

Estou sem saco paciência com muitas coisas, MSN é uma delas. Nem tenho entrado, estou no máximo checando emails.

Preciso de uma injeção de ânimo, urgente! Mas como? Como preencho esse vazio que me atormenta. Minha mente é ou está num tremenda confusão, um antagonismo sem fim: Enquanto sinto um vazio enorme, esse mesmo vazio me sufoca e deixa minha cabeça lotada de pensamentos. E são tantos pensamentos que o que eu preciso pensar de verdade eu acabo não pensando.

Será que estou pedindo demais? Ou estou ficando louca mesmo?

21 de setembro de 2008

Pelo direito de ficar em cima do muro

Hoje em dia todo mundo leva uma bandeira. Os vegetarianos (nada contra), os carnívoros (nada contra também), os gays, lésbicas, bissexuais, travestis, transgêneros. Há também os politicamente corretos, os que bebem, os que não bebem, os "micareteiros", os "raveiros", os "botequeiros" (não confunda com boqueteiros ok?), enfim todo o tipo de separações possíveis.

Eu meio que sou contra tudo isso. Sou contra tantas divisões. Não contra as divisões em si, mas contra a radicalidade destas. É tanta cobrança em cima daquilo que você é, de você sempre ter que tomar uma posição, escolher um lado.

Eu gosto de ficar em cima do muro. De ver os dois lados. E depois quem sabe... escolher. Acredito que o ser humano é inconstante; e a vida cheia de mudanças, e se for pra carregar uma bandeira e depois mudar, o nosso presidente que o diga, prefiro continuar em cima do muro.

19 de setembro de 2008

Empurrando com a barriga

Nosso País tem se esforçado muito no sentido de combater o analfabetismo, mesmo que o que ele combata, de fato, sejam os números desta triste taxa e não o problema em si.

De acordo com o portal G1

"95% dos estudantes do terceiro ano do ensino médio das escolas estaduais de São Paulo, segundo dados do Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo (Saresp) de 2007, não dominam a matemática, incluindo as quatro operações..."
.

De que adianta chegar ao final do ensino "médio" sem saber o básico?
Tudo isso em nome de números infundados.

Eu venho de uma época onde quem não tinha condições de seguir adiante era simplesmente reprovado.

Aí vieram outros dilemas: evasão escolar, números altos de reprovação. Mas de certa forma quem completava o ensino médio tinha um pouco mais de base, pelo menos é nisso que acredito.

Porém o que aconteceu não foi uma melhora no sistema de ensino, afinal os Professores continuaram a dar suas aulas, com um único diferencial: a não existência da reprovação, e é claro que as taxas cairam. Nada foi feito no sentido de alterar a proposta pedagógica e ensinar algo realmente, transformando informação em conhecimento e ter certeza de que esse conhecimento foi adquirido e que quando for necessário poderá ser colocado em prática.

Acredito que talvez fosse muito mais interessante à todos que aqueles de concluissem o ensino médio estivessem adequados à essa classificação, que hoje não passa de um nível ilusório.

Talvez por isso o ensino superior não esteja lá essas coisas. Educação vem da base. Enquanto não solucionarmos os problemas nos anos iniciais do aprendizado os estudantes vão carregar esse peso morto: um diploma que não atesta nada, a não ser os anos passados em branco na escola.

Enfim, estamos empurrando com a barriga... O pior é que o investimento em Educação, teoricamente tem aumentado. Será que esse dinheiro está sendo aplicado de forma correta? Será que é aplicado de acordo com a realidade brasileira? Pense bem, 2008 é ano de eleições municipais, se há algo que pode ser mudado, com certeza é algo que pode começar pelo seu voto.

17 de setembro de 2008

Desencanando e estabelecendo metas

Desencanei de algumas coisas e resolvi abrir mão de verdade de outras. Acho que nada paga o preço do meu sossego, por essas e por outras abro mão de amores, amizades e dinheiro (em excesso) desde que eu tenha paz ao fazer isso.

O que preciso agora é traçar objetivos (de preferência bem específicos), um deles é voltar pra academia, o outro é dormir menos e um terceiro: passar menos tempo na frente do computador e por conseqüência viver mais. Viver, ler, estudar, sair e curtir mais.

O ruim é que sem grana me restam poucas opções, mas vamos levando.

Acredito que o que vivo hoje é só o começo de algo maior, algo que ainda está por vir. Tudo bem que meu coração tá meio inquieto aqui, mas antes inquieto do que parado, né minha gente?

Dica de leitura do dia(na verdade da noite): Manual do Cafajeste - Para mulheres. Com certeza você vai ler algo que vai agregar muito a sua vida sentimental daqui pra frente.

Eu confesso que já coloquei algumas das dicas do Cafa em prática, além do que eu e o Cafa pensamos em alguns momentos do mesmo jeito

Inclusive, recentemente eu publiquei um "pequeno manual" na mesma linha. Tudo bem que eu só falei o básico, mas é que mesmo falando tem gente que é sem noção, da mesma maneira como (eu acho que) tem gente boa que se enquadrou no Manual sem ter porque.

No mais é isso. Tenho passado bem menos tempo como "online" no msn e como disse acima minha meta é reduzir tempo à frente do computador.




  • Ouvindo: Electro House, via Digitally Imported FM
  • .

    12 de setembro de 2008

    Vendo o tempo passar

    O sono bate. O coração aperta. O relógio se nega a marcar a passagem do tempo. Ou será que é o tempo que se nega a passar?

    O sono chega. O sono fica. Meus pensamentos vão pra algum lugar longe daqui. O sentimento nasce, cresce, resplandece. Confude todo o meu pensar.

    Enquanto tento pensar o sono chega devagar. Amarra as pálpebras, deixa os dedos lentos e me transforma o olhar

    Eu olho a tela. Eu espero alguma resposta. Eu penso na próxima palavra que vou digitar.

    Eu me pergunto. Eu me respondo?

    O tempo passa devagar. Eu clico, arrasto, solto. Eu aperto, seguro, digito. Digito o dígito. Eu paro, leio, releio. Transformo a frase, troco as palavras, mas meu pensamento há muito está em outro lugar.

    O tempo passa. O relogio muda. Ao meu redor tudo está mudo.

    O tempo passa. Quanto tempo? Talvez um minuto... Quanto tempo falta? Uns quinze minutos...

    Eu me pergunto. Eu me respondo? Qual é a pergunta?

    11 de setembro de 2008

    Pequeno manual de como arruinar suas chances comigo.

    Este post visa divulgar atitudes "básicas" que uma vez tomadas isoladamente ou em conjunto podem extinguir toda e qualquer chance de vir a conquistar minha admiração e conseqüentemente anular a possibilidade de desfrutar momentos agradáveis ao lado da minha pessoa. (Tudo bem que eu sou chata pra caramba e dificilmente alguém quer ocupar um lugar no meu miocárdio, mãssssss.... fica a dica).

    1. Me chamar de "Gatinha". Por acaso eu tenho bigodes, mio, bebo leite no pratinho ou cuspo bolas de pêlo? É claro que a resposta é NÃO! É tão brochante ser chamada de "gatinha", ainda mais quando você não tem praticamente nenhuma intimidade com a pessoa;
    2. Emoticons no lugar de letras em conversas no MSN. Você pode até achar bonitinho, mas eu não acho. Não acho mesmo! Acredito que é coisa de criança, que dá mais valor ao formato da letra do que da palavra em si;
    3. Escrever "Miguxes", afinal se você não preza a Língua Portuguesa eu preso, e muito, fora que "miguxes" também é coisa de criança, criança analfabeta ainda por cima;
    4. Mandar torpedos SMS fora de hora no meu celular. Aí você diz: se não quer ter seu sono perturbado desliga o celular hora bolas, aí eu respondo: não me perturbe com bobeiras no celular. ainda mais quando estou dormindo... Ou deveria estar. Se você não dorme de madrugada dá licença que eu durmo;
    5. Fumar ou fazer uso de qualquer substância química ilegal. Eu sou saudável, acho que só os "losers' mais babacas é que usam drogas, se você usa, pode dar adeus a um lugar aqui do lado esquerdo do peito;
    6. Me ligar e ficar mais de 10 minutos  "papeando" quando eu só respondo com "aham" "hum" e outras palavras monossilábicas... (Se caso eu responder com algo mais concreto ou dar corda no assunto, ignore este ítem)

    Se você já cometeu um desses deslizes, ou qualquer combinação entre eles, considere-se carta fora do baralho. Além do mais, a possibilidade de termos uma amizade também é remota, mas não impossível...

    9 de setembro de 2008

    Palavras e pensamentos

    Acho que há um bom tempo não escrevo um desabafo aqui, um daqueles textos drámaticos juvenis carregado de baboseiras sentimentos.

    O que acontece é que finalmente minha vida saiu de um ciclo vicioso! Tanto que estou incorporando novas pessoas no meu dia-a-dia. Meus primos, meus amigos e outras pessoas mais.

    Isso não quer dizer que abandonei todas as amizades antigas, na verdade só algumas. Ou se formos ver por um outro ângulo só deixei para trás o que me fazia mal.

    É certo que ando pensando em cada passo meu. E tomando pequenas decisões que me surpreendem. Não por serem loucuras, mas justamente pelo contrário: por serem sensatas demais.

    Me pego pensando em novas situações, em novas pessoas, em novos momentos. E sonho. De olhos abertos e bem acordada, mas sonho. Sonho de certa forma não querendo sonhar, não querendo me tornar (de novo) uma adolescente apaixonadinha...

    Ou talvez eu esteja simplesmente dividida e entre a vontade e o medo em amar de novo. Vontade por me achar madura neste momento, vontade por já ter aprendido a lidar com meus sentimentos. Mas medo, muito medo, medo em sofrer de novo. Tá certo que (teoricamente) ninguém morre de amor, ou de coração partido. Mas que quem ama sabe bem o que é quase ficar desidratado de tanto chorar, ah sabe!

    Hoje ainda é terça-feira e eu não faço idéia do que vou fazer no final de semana. Só tenho um desejo: repetir as coisas boas que me aconteceram e melhorar as que não foram tão legais assim...

    8 de setembro de 2008

    Contos, crônicas e um pouco de prosa...

    Há muito eles já se conheciam. E muito, nesse caso, quer dizer aproximadamente uns três meses.

    Ele um típico Dom Juan. Galanteador por natureza, direto mas sem perder o charme, um tanto quanto envolvente eu diria. Não era dos mais belos, mas chamava a atenção mesmo com a baixa estatura. Cabelos castanhos e olhos da mesma cor. Corpo delgado mas com ombros largos para sua estatura, ombros que disponibilizavam por muitas vezes a segurança que as mocinhas mais novas procuravam.

    Ela era praticamente o oposto dele. Elegante como (quase) toda mulher alta. Imponente mas sem perder a delicadeza. De poucas palavras e de uma timidez que a tornava ainda mais charmosa. Cabelos castanhos claros, tão claros que muitos confudiam com um loiro mais escuro. Pele alva e bem cuidada e um sorriso daqueles que fica guardado na memória.

    Três meses antes ele a viu, de longe, mas a viu. Estava sem óculos e procurou as lentes para ter certeza de que se tratava de fato de uma mulher bonita. Era noite e ela estava próxima à fogueira da festa junina. Rodeada pelas amigas, as labaredas coloriam sua tez com tons alaranjados que a deixavam ainda mais linda.

    Depois de observar por alguns longos minutos, resolveu comprar um quentão. Acabou encontrando uma amiga, com quem conversou por alguns instantes e comentou sobre a moça que estava do outro lado da festa, e que atraía para ela os olhos gulosos e curiosos do Dom Juan em questão.

    Encorajado pela amiga, suspirou, sorveu um longo gole do líquido quente que estava em suas mãos e foi em sua direção, disposto a perguntar ao menos o nome da moça que despertava sua curiosidade...

    • continua...

    7 de setembro de 2008

    O necessário pra começar.

    Um dia eu ainda vou entender o que é de fato necessário para começar a namorar alguém.

    Eu sempre acreditei que uma grande amizade, respeito, sexo de boa qualidade e sentir-se bem quando se está junto com a pessoa eram requisitos mais do que suficientes quando ambas as partes envolvidas estão solteiras e se conhecem há um bom tempo.

    O beijo se completa, o abraço é bom, o cheiro é bom. Tudo tão bom que é simplesmente irresistível não querer ficar junto.

    As pessoas se dão bem, se respeitam, desejam um ao outro. Um diz que ama. O outro também diz, embora não seja sempre.

    Os telefonemas são praticamente diários. Mais de uma vez ao dia. Mensagens, emails, conversas instantâneas. Palavras trocadas.

    Sentem ciúmes um do outro. Cuidam um do outro também. Saem quase todos os finais de semana, ou dão um jeito de ser ver, mesmo que rapidamente durante a semana.

    Se depois de tudo isso, isso tudo não é suficiente para namorar, eu fico me perguntando o que é preciso então?

    4 de setembro de 2008

    Enquanto conto os minutos

    Primeiro dia, ou melhor, primeira noite de trabalho.
    Entre mortos e feridos salvaram se todos.

    Foi uma saga. E que saga.
    E minha ansiedade tinha motivos: o alternador do meu carro foi pro espaço, ou seja: carro sem bateria. Ah tá, você não sabe o que é alternador? Peguei essa definição no Automalata:

    Dispositivo ligado ao motor do veículo cuja função é recarregar a bateria. A grande vantagem sobre o dínamo, utilizado antigamente, é seu menor peso e tamanho, além de maior capacidade de geração de energia elétrica. No entanto, a corrente gerada pelo alternador é alternada, enquanto que a energia fornecida pela bateria é contínua, assim devendo ser também a energia fornecida pelo alternador. Isto faz com que o alternador necessite de um retificador interno, que é um dos ítens que podem causar necessidade de manutenção na peça.
    Enfim, o preço do conserto? Uns 300 mangos. O ruim não é isso. O ruim foi que cheguei com uma hora e meia de atraso no meu primeiro dia. É mole? Eu estou zicada, só pode! Tudo de ruim que tem acontecido ultimamente envolve direta ou indiretamente meu carro.

    Enfim, estou morta de fome.
    Eu ia postar outra coisa, mas entre procurar a definição de alternador e voltar a escrever, eu esqueci o que era...

    Adolescente aos 23...

    Acho que poucas vezes fiquei tão ansiosa quanto hoje.

    Me sentindo adolescente de verdade. Aliás: existe adolescente de mentira? Ah, deve existir sim senhor, até porque se não existissem não haveriam essas senhoras e senhores com 50 anos ou mais que se acham os reis da cocada preta e ousam mascarar com N coisas a idade, que na minha opinião, só traz sabedoria.

    Enfim, voltando ao assunto (cara como estou voando hoje): Estou me sentindo o ser mais inseguro da face da terra. Eu não sou, me desculpe o palavreado, "fodona" como muita gente imagina. Mas sempre fui segura de mim.

    Quer dizer...Até hoje.

    Parece que estou entrando para o meu primeiro emprego. Quando na verdade sou (cóf cóf) profissional há dois anos. É estranho começar de novo. E dessa vez não sou estagiária. Ou seja: ou provo minha competência (será que sou? será que tenho?) ou bye bye Priscila, sem chance de erros.

    Tá, eu sei que estou fazendo um pouco de drama e que não é pra tanto. Mas poxa. "comandar" (cóf cóf, quem vê pensa...) um laboratório de uma Universidade, conhecer alunos, professores, uma infinidade de pessoas assim de uma vez, é meio assustador. Ou está se tornando. A questão não é ser tímida ou coisa parecida, ou ser aceita... a questão é que eu entrei numa crise tipo: dormi adolescente, acordei adulta... Ou algo parecido. Eu me acho tão... tão... tão jovem(?), tão sem experiência(?)

    Fui convidada a trabalhar por uma ex-professora. Isso significa: mais peso em cima das minhas costas. Acho que no fundo o que eu quero é não desapontar. E ponto.

    Definitivamente estou me sentindo adolescente em primeiro dia de trabalho. Mãos suando, ansiedade, princípio de gastrite e tudo mais a que se tem direito.

    Até uma simples ligação hoje me deixou assim... Sem saber direito o que dizer... (L)

    Enfim, me resta ir lá e viver e não ficar antecipando possíveis acontecimentos...

    1 de setembro de 2008

    Blog Day 2008

     

    Blog Day 2008

    Technorati Marcas:

    Se a Sam pode, porque eu não posso?

    Eu até já tinha separado minha lista de blogs, mas acabou que por colocar outras prioridades no meu domingo, acabei não postando. Aliás acabei não fazendo muita coisa neste final de semana, muita coisa que já estava programada há um bom tempo.

    Mas vamos ao Blog Day. Esta foi sua 4ª Edição. A comemoração acontece no dia 31/08 porque dizem que parece com a palavra blog. Acho que depois de algumas várias cervejas pode até ser...

    O movimento consiste em indicar alguns blogs e escrever uma pequena descrição sobre cada um. Além de indicar os 5 blogs, e avisar quem você indicou, tem que colocar dois link's no post também: um para a tag no Technorati: http://technorati.com/tag/blogday2008 e outro para o site Oficial do Blog Day: http://www.blogday.org.

    Vamos aos meus indicados (atrasados):

    • #ProntoFalei: Blog da Mellancia que é formada em Rádio e TV e trabalha com produção de áudio. Aqui você encontra um bom desabafo. #prontofalei;
    • Usuário Compulsivo: Um dos melhores blogs na minha opinião quando o assunto é a plataforma blogspot. Tecnologia e outras "coisitas mas", um dos poucos blogs que está nos meus Feeds;
    • De Noite na Cama: Pelo prazer de ler algo gostoso!;
    • NoName's HideOut: Outro diário repleto de reflexões bacanas!;
    • Pseudologia Fantástica: Pílulas de palavras bonitas! Pequenos textos que deixam o dia mais leve, sempre!.

    29 de agosto de 2008

    Em meio à confusão

    Confusão de sentimentos.

    Eu tinha, aliás ainda tenho, que limpar a casa. Acho que preciso limpar a alma também. Banho de cachoeira, banho de mar, sei lá, um mergulho na piscina quem sabe, mas algo que me limpe por dentro e me prepare para tudo que está por vir.

    Sempre fui meio avessa à mudanças, talvez porque apesar dos pesares, por mais que não pareça eu sou muito acomodada.  Se algo não me dói eu não mudo. Mas começo a sentir dores dessa rotina. Ou dessa ausência de rotina, ausência de regras. Esse viver por viver.

    Preciso me levar mais à sério.

    Gostava mais de antes. Antes quando eu era nerd, coroinha e não bebia. Antes quando eu tirava notas boas, era uma boa filha e exemplo.

    Estou confusa. E isso é um fato. Não confusa com relação a sentimentos, nesse caso sei bem o que e quem quero. Na verdade eu acho que não sei crescer. Esse lance de virar gente grande é estranho. Não aprendi a lidar com isso ainda.

    Vinte e três anos nas costas. Uma faculdade concluída, uma pós graduação em andamento, inglês e espanhol. E agora? O que mais eu posso fazer? Pra onde eu devo seguir? Se eu ao menos estivesse namorando, poderia, de repente quem sabe, estar canalizando minhas energias e esforços em nome de um futuro à dois. Mas não, eu não estou nem namorando. Não que eu sinta falta, não que eu não esteja bem com minha atual situação. Mas tem algo me trazendo incômodos  faz tempo já. E eu não sei o que é.

    Sábado passado na aula da tarde falei sobre a sociedade que aos poucos se desfaz de seus ritos, seus rituais, seus padrões. Eu também me desfiz. E sinto falta.

    Pra onde ir agora? Na vida eu não sei. Sei que ainda tenho a casa pra limpar.

    28 de agosto de 2008

    Em terra de cego...

    Quem tem um olho é rei, certo? Tá, nem sei porque lembrei disso, mas o fato é que às vezes as pessoas acabam ficando cegas, mais por conta do "amigo" que pelo próprio amor. Afinal, todo mundo diz que "O amor é cego", não é verdade?

    Mas a cegueira em questão não quer dizer que você vá se apaixonar pelo seu amigo, e ficar cegueta de amor. O grande problema é quando, nessas coincidências que a vida faz questão de deixar acontecer, aquele carinha lindo & maravilhoso por quem você nutre um sentimento também é objeto de desejo, adivinha de quem? Pois é meu amigo e minha amiga, acertou quem respondeu o seu amigo, aquela pessoa pra quem você conta suas confidências... É aí que entra em cena o famoso (e muito odiado) "fura-olho".

    Agora não sei o que é pior: se ficar afim do "peguete" da amiga ou ver que o "ser amado e idolatrado, salve salve" da amiga é que tá afim de você... Ainda mais quando o cara se encaixa no perfil de "lindo annnnd maravilhoso" e jura de pé junto que não rola nada com ela.

    Eu sei que "fura-olho" é um saco quando acontece com a gente, até porque falando em olho: "pimenta no olho do outro é refresco", mas partindo do principio que seu provável marido, esposa, companheiro, companheira, amasio, concubina, enfim seja lá quem for que você escolher para passar o resto de seus dias (ou não) tem um ligação de até 4º grau com a sua rede de amigos, ou networking, que é pra ficar chique!

    Traduzindo: seu príncipe ou princesa (também disponível nas versões: sapo(a) ou lobo-mau) deve ser no máximo amigo do amigo do seu primo, ou primo do amigo, ou ainda seu próprio amigo ou primo (nesse caso tome cuidado ao engravidar)... E nessa rede pode incluir-se também: o ex da sua amiga! (que em algum momento foi atual)

    Ou seja "furar-olho" é algo que acontece... Mas confesso que já abri mão de algumas pessoas por conta de amizade. Afinal se para o amor vale "que seja eterno enquanto dure" para amizade vale o "que seja pra sempre, mesmo que o sempre não exista"

    26 de agosto de 2008

    Quando tudo resolve dar errado

    Há dias em que nem reza brava te salvam de acontecimentos ruins.  Não sei o que seria de mim hoje se não fosse o moço do telefone quase igual ao meu.

    Nessas horas a gente vê que nada na vida é por acaso, e que realmente anjos caem do nada nossa vida.

    Estou mal e bem ao mesmo tempo. Tudo junto e misturado.

    Mal pela série de coisas pelas quais passei. E bem por saber desta amizade que é recíproca, por saber que eu faria o mesmo que meu "anjinho" fez...

    Tudo pode dar errado.

    Estou me sentindo a pior pessoa do Universo, não que de fato eu tenha culpa pelo ocorrido, afinal como diz o Rui em "Os Normais" "Merdas Acontecem...", mas fui irresponsável quando não estava sozinha. Coloquei não só a minha segurança e bem estar em risco, mas a de alguém que admiro, respeito e acima de tudo: alguém que amo profundamente.

    Ponto sem nó...

    Aviso aos navegantes: Eu não costumo dar ponto sem nó.

    É difícil acertar e engrenar o que penso com o que faço, porque nem sempre ajo como penso. Pelo menos não à principio.

    Depois que o tempo passa é que meus motivos vem à tona. Eu faço, depois eu explico ou deixo o tempo explicar.

    E nada do que faço é sem motivo. Fato!

    22 de agosto de 2008

    Top 10 da Billboard Hot 100 - [agosto]

    Porque sexta-feira é dia de atualizar o blog e falar sobre a Parada Musical mais famosa do mundo. Tudo bem que ando devendo essa atualização mas vamos lá.

    Em primeiro lugar a moça que ficou famosa com a música da Sombrinha: Rihanna e mais uma música que emplaca: "Disturbia"; Em segundo lugar, com estréia direto no topo da lista David Archuleta e "Crush"; na terceira posição caindo um degrau Chris Brown com a canção "Forever"; também caindo uma posição a mocinha do beijo lésbico: Katy Perry com "I Kissed a Girl" que agora ocupa o quarto lugar; subindo um pouquinho para curtir a vida e ocupar o quinto lugar: Coldplay e "Viva la vida"; em sexto a banda que não é gato mas M.I.A. (ok, piada infâme) e a música é "Paper Planes"; se mantendo na sétima posição Kardinal Offishall com a participação de Akon e a música Dangerous; ocupando outro lugar na lista, na verdade a oitava posição, a moça da sombrinha aparece de novo e novamente, só que agora com "Take a Bow", e não, não estou falando de Madonna, mas sim de Rihanna; pra terminar fechando a lista temos Ne-Yo - "Closer" em nono e Taylor Swift - "Change".

    De brinde, segue o link pra você baixar as 3 primeiras posições desta semana:

    1- Rihanna - Disturbia;
    2- David Archuleta - Crush;
    3- Chris Brown - Forever.

    Meu ascendente disse:

    Carreira

    Cuidado com possíveis atitudes nebulosas e conchavos ocultos a seu respeito. Fique longe de pessoas que não lhe querem bem.

    Opa! Já entendi o recado! Modo Offline no dia de hoje... E por via das dúvidas vou passear por aí sem rumo certo!

    Ah e também estou seguindo a dica:

    Dicas do dia

    Expanda ao máximo sua criatividade, inclusive com fins terapêuticos. Expresse seus sentimentos hoje através da pintura, da música ou qualquer outra forma de arte.

    21 de agosto de 2008

    Minha amiga famosa

    Tá ela pode ainda não ser. Mas vai ficar.

    Kamilla Souza cantando a nova do Leoni. Assista vale a pena.

    Depois quando digo que os "Souza's" vão dominar o mundo ninguém acredita.

    Enfim. Explicando a razão do post: A Kamilla é fanzona do Leoni. O Leoni fez uma promoção. Quem ganhar a promoção vai cantar com o cantor (e compositor, aliás quem não conhece "Garotos II - outro lado", ou a clássica música para curtir fossa emocional "50 Receitas", que aliás é uma das minha favoritas e talvez seja uma das músicas "molhadas" da minha trilha sonora.) no Canecão. Para participar da promoção a pessoa, fã do Leoni (ou não, tem gente que faz só pra aparecer mesmo) tem que postar um vídeo interpretando a nova música do nosso Leoni: Dá pra rir e dá pra chorar...

    A Kamilla fez a parte dela. E fez muito bem diga-se de passagem. Por isso o título do post. Enfim, assista e faça sua contribuição. Não dói e é de graça.

    Louise pirralha chata: Vai se fuder! Não sei nem porque estou respondendo, mas cara você é uma pirralha! E demente também.

    19 de agosto de 2008

    Sobre projetos e outras coisas

    Estou para entregar um orçamento de um projeto bem bacana. Nessas horas que vejo o quanto é legal ser profissional, já ter uma profissão definida e que por mais que eu não tenha um registro em carteira sou reconhecida dentro da área que escolhi.

    Tive sorte de me formar cedo. Vejo tanta gente nova que já terminou o ensino médio e não teve a oportunidade que eu tive. E o legal é o reconhecimento também pelas coisas que eu já fiz: as pessoas que mesmo após tanto tempo ainda entram em contato perguntando como estou e tal. Outra parte desse reconhecimento vem de forma negativa, vem na forma de inveja. Em forma de críticas nada construtivas. Mas por pessoas assim eu rezo, porque eu rezo e acontece. (não entendeu? assista este vídeo)

    Posso ser novinha, mas acho que tenho uma experiência de vida bacana. E isso ninguém tira.

    Sobre o projeto conto mais depois. Mas acho que vai ser um grande resultado.

    Ainda falando sobre projetos, mas falando sobre outras coisas: academia vai bem obrigada!

    Emagrecendo meio quilo por semana, ou seja já perdi um quilo e meio de gorduras, e agora estou começando a definir os músculos, só pra não ficar aquela coisa mole, até porque acho muito feio mulher bombada. A barriga, que eu nunca tive em abundância, já está tomando forma. Poderia dizer que está "semi-definida".

    Aulas de Power Jump fazendo efeito: melhorando capacidade aeróbica de maneira notável e como eu não fumo, nunca usei drogas estou vendo que no verão estarei de acordo com o esperado: levanto uma bandeira de pessoa saudável sem ser hipócrita.

    O legal das aulas é combinar os movimentos com a música. E quem pensa que aula de Power Jump só dá "tia" está muito enganado! Acho que a média de idade ali é 25 anos, Inclusive tem até uns guris frequentando também.

    A aula pra mim tem servido como aquecimento: é uma hora de aula e transpiração e depois mais 50 minutos de aparelhos.

    Eita... post de hoje tá bem estilo diário, Mas passa. Quero registrar meu desenvolvimento na academia. Final do ano quero voltar aqui e comparar resultados e medidas.

    17 de agosto de 2008

    Porque é bom lembrar

    Eu já falei sobre esse cd aqui no Goiabas uma vez. Um dos melhores MashUps que encontrei até agora. Se você ainda não ouviu, vale a pena baixar, é de graça!

    Enquanto isso, confira o vídeo:


    15 de agosto de 2008

    Meme: Conjugue o verbo!

    Após passar pelo blog do Usuário Compulsivo e ler este post com a conjugação do verbo Twittar, resolvi continuar a brincadeira e começar um meme. Pra você participar é super fácil, é só escolher o seu "verbo" e conjugar! Fácil né?

    Eu escolhi o verbo Plurkar... mesmo não usando muito (quase nada) o Plurk. Então mãos à obra:

    Conjugação do verbo Plurkar
    Formas Nominais
    infinitivo: Plurkar
    gerúndio: Plurkando
    particípio: Plurkado
    Presente do Indicativo
    eu Plurko
    tu Plurkas
    ele Plurka
    nós Plurkamos
    vós Plurkais
    eles Plurkam
    Imperfeito do Indicativo
    eu Plurkava
    tu Plurkavas
    ele Plurkava
    nós Plurkávamos
    vós Plurkáveis
    eles Plurkavam
    Perfeito do Indicativo
    eu Plurkei
    tu Plurkaste
    ele Plurkou
    nós Plurkamos
    vós Plurkastes
    eles Plurkaram
    Mais-que-perfeito do Indicativo
    eu Plurkara
    tu Plurkaras
    ele Plurkara
    nós Plurkáramos
    vós Plurkáreis
    eles Plurkaram
    Futuro do Pretérito do Indicativo
    eu Plurkaria
    tu Plurkarias
    ele Plurkaria
    nós Plurkaríamos
    vós Plurkaríeis
    eles Plurkariam
    Futuro do Presente do Indicativo
    eu Plurkarei
    tu Plurkarás
    ele Plurkará
    nós Plurkaremos
    vós Plurkareis
    eles Plurkarão
    Presente do Subjuntivo
    que eu Plurke
    que tu Plurkes
    que ele Plurke
    que nós Plurkemos
    que vós Plurkeis
    que eles Plurkem
    Imperfeito do Subjuntivo
    se eu Plurkasse
    se tu Plurkasses
    se ele Plurkasse
    se nós Plurkássemos
    se vós Plurkásseis
    se eles Plurkassem
    Futuro do Subjuntivo
    quando eu Plurkar
    quando tu Plurkares
    quando ele Plurkar
    quando nós Plurkarmos
    quando vós Plurkardes
    quando eles Plurkarem
    Imperativo Afirmativo
    Plurka tu
    Plurke ele
    Plurkemos nós
    Plurkai vós
    Plurkem eles
    Imperativo Negativo
    não Plurkes tu
    não Plurke ele
    não Plurkemos nós
    não Plurkeis vós
    não Plurkem eles
    Infinitivo Pessoal
    por Plurkar eu
    por Plurkares tu
    por Plurkar ele
    por Plurkarmos nós
    por Plurkardes vós
    por Plurkarem eles

    Preparando um meme pra você

    Aguardem! Ainda hoje um meme bem legal pra você!
    Enquanto isso...

    Bem enquanto isso aproveite a sexta-feira, porque eu estou indo limpar a casa, ou o apê ou o lar, se você acha melhor assim...

    Ah, não sabe o que é um meme?
    Então leia este post no Verdade Absoluta! Por que se você procurar no Google com certeza vai ficar confuso!

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    Now playing: U2 - Zoo Station
    via FoxyTunes

    14 de agosto de 2008

    Ra! Pegadinha do Malandro

    Adoro tecer alguns comentários bem, como poderia dizer? Sarcásticos? É acho que posso utilizar a palavra sarcasmo neste caso.

    Mas mais do que isso: adoro quando o "assunto" comentado fica dias "se doendo" com os comentários. Acho que é sinal de que a carapuça serviu. Bom, alguém tem que rir da desgraça alheia de vez em quando não é? Mas só de vez em quando.

    Não que eu seja uma pessoa má. Longe de mim, eu tenho um bom coração, meus amigos de anos bem sabem disso. Mas é que tem gente que pede.

    O povo precisa lembrar que Lexotan existe e tomar um quartinho dele junto com o Prozac. Quem sabe assim o povo relaxa e as serotoninas resolvam trabalhar, pra fazer a alegria da nação brasileira...

    12 de agosto de 2008

    Porque sinto saudades da rádio

    Trabalhei na Stereo Vale durante três anos. Três longos e bons anos. Lá aprendi o que é sentir paixão por rádio, por mais que trabalhar em rádio seja uma profissão meio diferente.

    Meu primeiro registro em carteira é de lá. Primeiro e único diga-se de passagem. Portanto se alguém souber de algo, por favor, avise a Pri!

    Comecei fazendo estágio. Tinha acabado de sair de um trabalho voluntário na Univap TV, onde fiquei um ano editando imagens, fazendo produção e direção de imagens algumas vezes.

    Costumo dizer que a Univap TV, que aliás agora é TV Univap, foi uma grande escola. Mesmo sem ganhar um centavo aprendi muita coisa lá. Graças à essa experiência posso dizer que meu nome já rodou em créditos em rede nacional. Afinal editei alguns programas veiculados na Rede Vida de Televisão. Não é uma Globo, eu sei, mas é e foi um começo. Um bom começo eu diria.

    Enfim, mas falando de Stereo Vale: comecei como estagiária em 2005. No dia 18 de Fevereiro se eu não me engano eu fiz a entrevista, com o cara que viria a ser, até o presente momento, o melhor chefe do mundo: Elói Moreno, ou se você preferir o cara de blusa verde e barba na foto ao lado, que está junto com Lino Pedrosa, outro dinossauro do rádio e que agora está na Band Vale.

    Comecei fazendo produção de comerciais. Sabe os comerciais que você ouve? Pois é, ele não nascem prontos, alguém tem que editar e produzir. Basicamente chamar o locutor, gravar com ele o texto, editar os erros (que geralmente não são poucos) e colocar trilha ou efeitos especiais. Achou fácil? Pois é, um é fácil, mas repare no bloco comercial, preste atenção em quantos comerciais são veiculados. Imagine dez comerciais chegando pra ontem na sua mesa?

    Fora essa parte de produção dos comerciais, também tinha algumas coisas da programação. Em muitas emissoras a programação da madrugada é gravada e em algumas, a rádio fica no "automático" durante esse período, Aí é que está: pra ficar tudo certinho alguém tem que montar, isto é, colocar na exata sequência música, vinheta, comercial, vinhetas, pontes, enfim, tudo do jeitinho que você ouve. Imagina isso num final de semana: montar madrugadas da sexta, sábado, domingo E segunda! Não é complicado, mas é algo que requer no mínimo prática.

    No começo eu ainda catalogava Cds.

    Passava tardes na discoteca da rádio cadastrando inúmeros Cds. Incluindo informações sobre ano, gravadora, faixas, se era single, se era álbum, coisas assim, parte do meu conhecimento sobre música vem dessa época, dos tempos em que passava minhas tardes isoladas no meios dos milhares discos de vinil, como se pode ver na foto ao lado:

     

    Foi também por causa da rádio que acabei mudando de horário na faculdade, indo estudar à noite. Foi também nessa época que comecei a beber cerveja, frequentar barzinhos e socializar. Idas ao Habib's se tornaram constantes após as aulas. Graças a Stereo Vale eu tinha dinheiro. Não era muito, é fato, mas era o suficiente. Posso afirmar que nunca ganhei bem, isto se o assunto tratado for apenas $dinheiro$, mas se for pra contar outros benefícios, ah! não posso reclamar. Na rádio eu trabalhava por prazer. Trabalhava em troca de sorrisos, trabalhava conversando e gargalhando com pessoas que talvez eu nunca esqueça. Seja pelas risadas ou pelas fofocas. Pessoas legais e outras nem tanto. Nomes como Elói Moreno, Jocilene, Aline, Maristela, Simone, Anizio, Michele, Míriam, Lino Pedrosa, Marcos Rocha, Gilson Moraes, Miller (também conhecido como Millerzinho), Carlos França, Zé Márcio, Stephano, Cristina, Geter, Paulinho, Silvana, Carlinhos, Speedy, Dona Benê, Angelina, e até mesmo outros como Shirley Souza, Fabrício, Maristela, Simone, Marcelo Correa não fariam parte de um pedaço da minha vida. Até uma "pseudo-filha" eu ganhei enquanto trabalhava lá. Boas amizades. Algumas que duram até hoje, como a Sil, o Pedro Alberto, que acabei descobrindo é meu irmão gêmeo e o Carlinhos.

    Fora outros benefícios como baladas na faixa, cinema na faixa, estoque de camisetas suficiente para montar um time de futebol com todos os reservas, shows na faixa: inclua em shows a Gravação do DVD da Ivete no Maracanã, vários shows dela, shows como de Chiclete com Banana, Babado Novo, Edu Ribeiro, Capital Inicial, Jeito Pivete Moleque, Inimigos da HP, Jammil e Uma Noites, entre outros mais que não vou lembrar.

    Ah sem contar também o quesito "excursão", onde além de me divertir

    no Hopi Hari, no Playcenter, no Skol Beats eu ganhei muitos amigos entre os ouvintes da rádio que participaram das promoções para as Caravanas Stereo Vale. Numa dessas conheci gente com a Aline, o namorado dela, a Cinthia Caetano, a Ismênia e o Marcelo, o Sérgio, Enfim uma galera bacana com quem às vezes eu ainda mantenho contato.

    Na Stereo Vale também cresci como profissional. Aprendi o significado de trabalhar em equipe. Reconhecer um time! Entender que várias pessoas juntas nem sempre são um time, uma equipe. Afinal um time tem uma meta em comum, ao contrário de um grupo de pessoas reunidas. Ali aprendi a lidar com o "ego estrela" e a necessidade de ser mais que os outros de alguns. Aprendi que fofoca no ambiente trabalho é sempre prejudicial. E aprendi também que o correto é sempre correto, nunca o errado ou o duvidoso, como disse Caco Barcellos em seu livro "O Abusado".

    Aliás, a Stereo Vale pagou mais que isso, Mais que salário e mais que amigos: Pagou minha formatura, meu dia de princesa, afinal você acha que tirei dinheiro de onde para pagar, o que talvez tenha sido a minha melhor festa? Foi com o dinheiro conquistado lá que paguei minha festa de formatura, que rolou em março de 2007. Talvez tenha sido o dia em que eu tenha ficado mais bonita, não porque estava toda arrumada e trajando um lindo tomara-que-caia longo, mas porque minha alma estava em festa. E eu me senti realizada por poder gritar que a faculdade havia então acabado, que a partir dali eu era Jornalista. Por mais que ainda hoje eu morra de saudade de ter minhas noites ocupadas, seja com professores e aulas legais ou com os amigos foi bom chegar ao fim e foi bom festejar.

    Com o fim da faculdade, meu contrato de estágio também chegou ao final. Fui efetivada como Operadora de Áudio. Apesar de que na prática, eu cuidava de uma parte da atualização do site e de alguns conteúdos como newsletters e emails marketing. Depois de um tempo, com a saída de alguns funcionários, comecei a ir pro ar também. Em Janeiro de 2007 comecei a apresentar o Eu Que Sei.Com junto com Gilson Moraes, esse cara aí da foto e que agora dá o ar da graça na 89fm  em São Paulo.

    Com a ida do Gil pra São Paulo tivemos que arranjar outro locutor para o horário. É aí que entra Sr. Miller. Eu e o Miller nos entrosamos de primeira. O Eu Que Sei se tornou um programa ainda mais interativo, começamos a receber mais e-mails, mais telefonemas  e acho que ficamos mais engraçados também. O Miller sempre teve idéias geniais, começamos a produzir melhor o programa, nessa época é que surgiram aberturas inusitadas para o Eu Que Sei como o dia em que "sobrevoei" São José de helicóptero. Fiquei mais de um ano à frente do Eu Que Sei. Além de apresentar também era responsável pela produção do programa, agendar entrevistados e selecionar os temas abordados. Numa dessas que entrevistei a nadadora Fabíola Molina.

    Meu primeiro registro como Jornalista também pertence a Stereo Vale. Com a criação de um jornal matutino e a minha situação apresentando o programa ao meio-dia, fui registrada então como jornalista. Passei a fazer reportagens e entrevistas também para o Jornal Stereo Vale que era ancorado por Jovana Bubniak.

    Com a estabilidade e respeito adquiridos, afinal eu era recém-formada e já estava num lugar almejado por gente com muitos mais anos de carreira, resolvi iniciar minha pós graduação na Cásper Líbero, em São Paulo, agora no começo de 2008.

    Carreira perfeita e estável. O dinheiro não era muito, mas era suficiente para minhas baladas, minhas aulas de violão e meus estudos, tudo bem que meu pai me ajudou e continua ajudando com a pós, já que meu salário nunca foi suficiente para pagar esse passo a mais que resolvi dar. Mas tudo que é bom acaba. Em Abril desse ano a Stereo Vale foi adquirida por outro grupo de comunicação, um grupo maior.

    A grande maioria dos funcionários foram demitidos. Gente com 25 anos de rádio dispensada e entre esses eu.

    Hoje bate saudade. Uma imensa saudade. Maior do que este post que está super extenso para o padrão deste blog. Mas é inegável que sinto falta de falar na "caixinha mágica". De responder emails de gente que nunca vi na vida, mas que tinha um carinho por mim e eu por aqueles que me ouviam. Nunca me achei "fera" no ar. Não sou locutora, mas em um ano aprendi a gostar de uma forma que hoje seria capaz de voltar a apresentar não por dinheiro, mas pelo prazer de estar no ar.

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    9 de agosto de 2008

    Sobre Plágio e frutas...

    Passei o dia inteiro pensando no que postar.

    Eu queria, sei lá, deixar algo aqui registrado, marcar o tempo com palavras. Sabe como é: registro escrito tem mais valor. Vai que depois eu entre para a posteridade?

    O grande problema não foi a ausência de idéias. Elas surgiram sim, mas é que sempre que eu sentava pra escrever "pluft" sumiu. Cadê as belezinhas?

    Aí durante a tarde resolvi matar uma dúvida: havia algum tempo que estava desconfiada que um blog aí era nada mais nada menos que plágio. E para isso o Google foi fundamental! Nada que uma pesquisa com "aspas" não colocasse fim. E colocou. E fiquei p** da vida!

    Parei pra pensar. Me perguntei o que tem na cabeça alguém que copia sem dizer de onde e publica como se fosse de sua autoria.

    É revoltante. Dá nojo de gente assim. O pior é saber que não foi a primeira vez. E que não é por não saber, por inocência.

    Se fosse um conteúdo relevante, uma notícia, uma informação, tá, vai, até passava. Mas não. Copiaram textos de um diário. Tentaram viver uma vida que não pertencia a esse alguém.

    Modos de pensar semelhantes com quem escreveu o texto? Ok, diga que pensa como fulano de tal. E coloca o link. Nada mais gostoso que receber um link de alguém.

    Plágio é crime.

    Mas falando em link, vou aproveitar para confessar que esta "Goiaba" que vos fala acabou de ficar fã de Mellancia, vale o clique. Até porque uma dieta rica em frutas deixa a vida bem mais saudável. Ou seja faça do consumo de Goiabas e Mellancias um hábito presente no seu dia-a-dia.