22 de outubro de 2008

Resoluções e Saldo parcial

Fim de ano batendo à porta, hora de sentar e começar a fazer o balanço de 2008 e planejar 2009. Fazer as famosas "Resoluções da Ano Novo", aliás resoluções que dificilmente alguém segue né?

Eu por exemplo nunca segui à risca nenhuma, já tentei, algumas até aconteceram, mas nada do tipo: "Eu tenho que cumprir". Este ano, por exemplo, consegui um emprego melhor, coisa que já estava nos planos, mas foi algo que aconteceu, não trabalhei efetivamente pra que isso acontecesse.

O legal de fazer "Resoluções" é que você tem pelo menos um norte, um lugar pra onde você quer caminhar, e nesse sentido acho super válido. O ruim é que se você se apega demais e não consegue perder aqueles 3 quilinhos que tanto incomodam ou mudar o visual radicalmente você se frusta e acho que frustação é uma palavra que eu definitivamente quero riscar do meu vocabulário em 2009.

Para o Tudo de Blog



Dois mil e oito, pelo menos até agora, foi um ano de mudanças e principalmente de amadurecimento. Mudança de companhias, de limpeza no "hall social", limpeza nas companhias e nos ambientes que eu frequentava. Não que eu fizesse parte da escória joseense, mas é que sei lá viu... Não me arrependo, até porque "fazer merda ajuda a adubar a vida", mas que 2008 está melhor que 2007 não posso negar, do ano passado ficou quem realmente fez a diferença. O restante do povo de 2007 ficou guardado (com carinho) na caixinha das lembranças. Sendo assim acho que 2008 vai precisar de uma caixinha maior: mais gente especial na minha vida. Gente que por um motivo ou por outro quero levar para todos os anos seguintes. E teve quem voltou também em 2008. Quem eu achava que jamais voltaria a figurar nesse espetáculo chamado "vida", foi voltando bem devargarzinho (ou seria devagarinho?) e tomando a frente e virando protagonista e me trazendo paz.

É cedo ainda pra pensar num balanço geral, mas minhas relações sociais este ano com certeza evoluíram

14 de outubro de 2008

Paradigmas?

Não me pergunte o porque mas cautela nunca é demais. Coração extremamente dividido. Minha razão dando mais sinais de vida do que nunca, que até estranho pensar tanto antes de agir.

Já não é mais só medo de seguir em frente, agora é também medo de não voltar atrás. E se for minha última chance? Mas e se eu já tiver tentado demais?

Queria tanto respostas pra tantas e tão difíceis perguntas... Ou ao menos uma dica: se tomo atitudes conforme manda o coração ou se elejo a razão como minha senhora absoluta e me jogo em direção à esse ocenano batizado de "novo"?

Dizem que a gente deve inovar, quebrar paradigmas, mas e quando o assunto é o coração? A gente inova ou fica com as certezas que tem? Onde é que entra o amor nessa história? Até que ponto vale a pena quebrar um paradigma pessoal de amor?

O ruim é que com tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo fica difícil decidir em como devo sair do lugar. Minha posição não é das melhores. Tudo bem que até tentam me compreender, mas como vão conseguir entender do lado de fora o que eu não tenho a mínima noção de como começar a compreender estando do lado de dentro?

Aí eu lembro de Madonna, que é perfeita em sua canção "Love Profusion":

Não por acaso essa canção sempre foi uma das minhas favoritas, daquela que para muitos é a rainha do Pop. Acho que nada se encaixa tão bem quanto isso:

There are too many questions
There is not one solution
There is no resurrection
There is so much confusion
[...]
There are too many options
There is no consolation
I have lost my illusions
What I want is an explanation

8 de outubro de 2008

E se for medo?

E se for medo o que aflige este não tão velho coração? E se for medo o que me impede de me jogar em novas relações, com pessoas diferentes, com desconhecidos até então tão agradáveis? E se for medo de entrar numa relação querendo gostar, quando de fato ainda não se gosta ao ponto de namorar?

E se a questão não for nem o fato de, de repente, querer curtir, zuar, galinhar, mas preservar um pouco do que ficou aqui?

Minha cabeça gira, rodopia, me deixa tonta com tantos pensamentos. Eu olho. Eu vejo. Eu gosto do que vejo. Mas essa minha necessidade de racionalizar algumas coisas me deixa confusa.

E se tudo for um medo bobo? Um trauma? Medo de que não dê certo de novo? Medo de me machucar e principalmente: machucar alguém legal?

Eu tenho medo de fazer perguntas. Mas tenho ainda mais medo de possíveis respostas.

7 de outubro de 2008

O Som do Jogo

E agora, o que eu vou fazer?
Se os seus lábios ainda estão molhando os lábios meus?
E as lágrimas não secaram com o sol que fez?

E agora como posso te esquecer?
Se o seu cheiro ainda está no travesseiro?
E o seu cabelo está enrolado no meu peito?

Espero que o tempo passe
Espero que a semana acabe
Pra que eu possa te ver de novo

Espero que o tempo voe
Para que você retorne
Pra que eu possa te abraçar
E te beijar
De novo

E agora, como eu passo sem te ver?
Se o seu nome está gravado no
Meu braço como um selo?
Nossos nomes que tem o "N"
Como um elo

E agora como posso te perder?
Se o teu corpo ainda guarda o
Meu prazer?
E o meu corpo está moldado com o teu?

Espero que o tempo passe
Espero que a semana acabe
Pra que eu possa te ver de novo

Espero que o tempo voe
Para que você retorne
Pra que eu possa te abraçar

Espero que o tempo passe
Espero que a semana acabe
Pra que eu possa te ver de novo

Espero que o tempo voe
E que você retorne
Pra que eu possa te abraçar
E te beijar
De novo
De novo...de novo...de novo...

6 de outubro de 2008

Votar e lembrar...

Um passo de cada vez, um dia de cada vez, um momento a cada instante. Tentando aproveitar cada coisa no seu devido momento. Tentando deixar a vida mais gostosa, mais prazerosa, mais interessante

Jantar no shoppingo no domingo à noite como há muito tempo eu não fazia me fez bem. Situações semelhantes, pessoas diferentes. O fato é: eu adoro comida Oriental. De salmão apimentado, frango xadrez, yakissoba à sushis e sashimis.

Baladinha no sábado e apesar de morta foi muito bom rever grandes (e bons) amigos. Eleição no domingo e mais uma vez rever alguns amigos. Gente que estudou comigo na primeira série do ensino fundamental, que na minha época era "Ciclo Básico", rever professores, rever a escola onde passei praticamente metade da minha vida... Poderia dizer que o final de semana foi feito de lembranças: tanto as ruins quanto as boas.

O mais engraçado foi perceber que mudei muita coisa e que justamente por isso acho que sou e estou mais feliz hoje. Não que eu tenha deixado de ser certinha...O que eu realmente era, mas aprendi a ser eu mesma, a ser leal comigo.

Alguns assustam, outros acham legal, e eu? Eu vivo!

No fundo acho que preciso aprender a jogar melhor esse jogo da vida. Ver as cartas na mesa, as cartas na manga e continuar jogando... Continuar seguindo...

1 de outubro de 2008

Desejo de mandar

Sabe quando tudo o que você mais quer é mandar. E mais do que mandar: ser obedecida? Pois é estou assim. Querendo mandar no meu destino, afim de que ele seja como eu quero nas mais diversas áreas: principalmente no coração.

Sabe quando do nada uma troca de olhares tem um "quê" a mais? Sabe quando você conhece alguém que é tudo de bom, mas seu coração ainda está machucado com outra história? Pois é, tudo o que eu quero é que meu coração fique são logo, que fique "pronto pra outra"...

Tudo bem que dá medo pensar em me apaixonar de novo, mas se tiver que ser... será!