23 de dezembro de 2008

Sobre uma segunda-feira de manhã

Uma segunda como tantas outras com pensamentos aleatórios como tantos outros. Dali a dois dias já seria Natal, embora ela ainda não estivesse no clima da ocasião.

Folheou então as páginas do livro que havia trazido para passar o tempo. A leitura embora interessante não conseguiu prende-la por muito tempo.

Na sala, apenas o ruído do computador a funcionar preenchia o ambiente. Esperava por mensagens no celular, esperava por mensagens no correio eletrônico, mas nem uma nem outra apareciam para preencher aquele vazio.

Desejou ter dinheiro para vijar. Desejou conhecer pessoas e lugares diferentes.

Sentiu falta de alguma música e por instante pensou em ligar a TV. Mas sabia que não haveria nada de interessante. O ambiente fechado e repleto de pó fez com espirrase: uma, duas, três, seis vezes seguida.

Olhou para o celular. Verificou novamente a caixa de emails. Nada de novo.

Trancou a porta e saiu para ver o sol.

2 comentários:

  1. Posso te sentir sozinha nessa sala, posso te sentir com nessas situações que não agradam.

    Mas hoje é o último dia, e amanhã férias para a Morena, férias para a cabeça que muito pensa ter mais tempo pra pensar... ou não.

    (Feliz Natal!)

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