28 de fevereiro de 2009

Entendendo

Tudo o que eu queria às vezes é entender. Só isso e mais nada. Entender porque tem dias que o "ser" puxa assunto e tem dias que se cala como se eu não existisse.

Tem dias que o "ser" está um amor, trata bem, conversa e brinca e tem dias que o silêncio do "ser" simplesmente phode com a minha vida.

Pois é... Eu só queria entender.

Parece que é só não ligar mais e ignorar que sente falta...

Odeio meu orgulho às vezes. Mas tem dias, como hoje, que ele faz tanta falta...
O problema é que eu me derreto toda por causa daqueles olhos castanhos... Hora de começar a esquecer...

26 de fevereiro de 2009

Metade um grande rabo de sereia

Metade busto de uma deusa maia... Bom volto aqui no pós-carnaval para falar sobre... tchan tchan tchantchan... As novidades. Minha angústia é um sentimento parecido com o mar: ao mesmo tempo que vem ela também se vai em forma de ondas, às vezes só marolas, às vezes tsunamis. Minha angústia às vezes parece enorme, mas ainda assim é possível desbravá-la.

Melhor carnaval de todos os tempos. Eu sempre fui avessa a folia, avessa a tanta bagunça, mas neste ano pude inovar e me divertir. Não sei se foram as companhias (adoro minha irmã), se foi o clima sadio (ninguém bebeu demais) ou se foram os lugares visitados, só sei que voltei com fôlego total para muitas coisas.

Tudo bem que no quesito grana eu voltei no melhor estilo Daniela Mercury de ser... Mas ainda assim valeu a pena. Conheci a encantadora São Luiz do Paraitinga e também pulei muito em Cachoeira de Minas

Voltei mais animada e mais disposta com as coisas do coração. Vou dar minhas cartadas por aí. Se virar? Virou! Se não? Bola pra frente...

18 de fevereiro de 2009

Digitando aleatoriedades

Mais uma das tantas tardes em que passo no trabalho. Às vezes três horas fazem uma enorme diferença, e às vezes simplesmente não há sequer uma.

Tirei o dia para pensar e rever conceitos. Digamos que estou fazendo uma "limpa", ou uma limpeza que é para ficar mais bonitinho. Limpando pensamentos e de certa forma amadurecendo. Estou contendo ações. Ações das mais diversas. Uma hora tudo pode explodir? Hum... pode! Pode sim, mas não é essa a intenção.

Resolvi ser prática e pragmática. Fazendo do sim um verdadeiro sim e do não o equivalente em ações. Dentre as práticas as quais estou tentando me habituar uma delas é a de religiosamente beber dois litros de água todos os dias. De fato o meu sim para essa prática tem sido válido: o dia em que bebo uma quantidade menor é o dia em que bebo apenas um litro e meio. Politicamente correta? "Wanna be" Natureba? Não. Apenas estou cuidando de mim da maneira como acho que devo. E cuidar de mim também quer dizer cuidar do meu coração.

Aliás, este sim merece atenção: Meu coração está carregado de diversas mágoas. Mágoas que certamente não foram causadas por mim, e mágoas que eu acreditava que deveriam ser limpas por quem as causou. Mudei de atitude com relação à isso. Até porque se eu não limpar a pessoa que causou é que não vai voltar pra limpar.

Vontade de xingar, ofender, minimizar, jogar coisas, muitas coisas na cara. Mas isso não vai ME fazer bem. Então controlo essas insanidades que me aparecem em forma de pensamento, que surgem em forma de vontades.

Estou lidando melhor com a raiva. Embora o silêncio me atordoe. No fundo esse silêncio específico sempre me machucou, porque esse silêncio específico, esse calar e aceitar reflete nada mais nada menos do que a certeza que eu sempre tive, a certeza da incapacidade de agir, a incapacidade de tentar virar o jogo e mudar o final.

Mágoa, mágoas e mais mágoas. Está tudo guardado aqui juntamente com as lembranças.
Tomar água é uma tentativa de limpar o corpo, já que a mente por enquanto eu não estou conseguindo limpar.

11 de fevereiro de 2009

Saudade dos trotes...

Fui dar uma volta pela "facul" onde trabalho e me deparei com zilhares de cartazes nas colunas avisando que o trote é expressamente proibido. Deu saudade. Também depois de casos como esses ou esses fica difícil permitir algo que antes era para promover uma interação entre calouros e veteranos, fazer o tradicional "pedágio" sim, mas para beber com consciência no bar e deixar a timidez de lado.

Na minha primeira semana de aulas voltei pra casa toda pintada, conheci um galera bacana da área de saúde, galera que eu jamais conheceria se não fosse o trote, até porque minha área é humanas.

Nos anos seguintes foi a minha vez de dar o trote: participa quem quer, quem tá afim de marcar com tinta esse momento único e especial de entrar na faculdade, fase da vida que marca muita coisa, marca principalmente a passagem de adolescente à "gente grande". E acho que justamente que por querermos ser considerados "gente grande" é que o respeito deveria ser o primordial, deveria ser exemplo.

Saudade dos trotes saudáveis. Saudáveis de saúde e saudáveis de dignos de "Salves" e "Urras". Tudo bem que em alguns lugares existe o tal do trote solidário, que também é bacana, mas que a zueira e a tinta faz falta? Ah! Isso faz!

10 de fevereiro de 2009

Preciso de um furacão

Parar, pensar e escrever: Tentar deixar um pouco dos sentimentos aqui, me tornar mais leve através da escrita. Parar, pensar e resolver: Problemas da vida, obstáculos a serem transpostos. Parar, pensar, lembrar e (tentar) esquecer: mágoas e medos que não tem porquê.
Ouço Kid Abelha, digito palavras. Num olhar rápido bato o olho no relógio pra me assegurar que ainda não é hora da reunião marcada para hoje.

Planejar, definir, atingir.

O que quero para 2009?
O que eu realmente quero?

Começo o processo de definição de metas. Preciso de responsabilidade.
Preciso ler mais. Preciso me instruir mais e procrastinar menos. Tanto a ser feito e não faço nada. Dormir menos, ler mais. Ler muito mais. Escrever mais também. E porque eu não faço? Por que só adio? Por que estou adiando minha vida? Se minha vida é agora é esse instante?

Às vezes só queria que um furacão passasse por aqui: nas crises é que a gente se reinventa

3 de fevereiro de 2009

Copiando

Ame como se você nunca tivesse sido magoado, e dance como se ninguém estivesse te observando.

Tirei de um Orkut por aí....

2 de fevereiro de 2009

Dividindo

Fura Olho
Dizem que um dos segredos da vida é saber dividir. Dividir "paqueras" deve ser mesmo um segredo, aliás um segredo que ninguém aprende, ninguém compreende. Por que se tem algo que é irritante numa "amizade" é o chamado "fura-zóio".

Tudo bem que a gente não escolhe de quem vai gostar. E muito menos quem vai gostar da gente, mas aí vale pesar: o que vale mais? A amiga ou o objeto dos flertes?

Tem coisas que acontecem e saber dividir (ou não) é fundamental nessa hora. É uma sacola você sair com amigos, tipo aquele churrascão que vai toda a galera, você fica com o gato, vai dar uma voltinha pra pegar uma bebida e na volta vê aquela sua amiga no sofá junto com ele batendo maior papo... A princípio você até acha estranho, porque você já tinha comentado que era afim coisa tal, tal e coisa e acaba relevando.

Tudo bem, a relação acabou não indo pra frente, você se sentiu um brinquedinho, um corpinho bonito que passou pela mão do bonitão, pulou fora do barco, mas aquela "quedinha" básica continuou morando no peito. Até porque essas "quedinhas" são do tipo que a gente joga no freezer do peito, só pra poder conservar por mais tempo, aí um dado dia a gente sempre encontra com o "potinho" (que rima com software e hardware) jogado ali no canto esquerdo do peito, vai abrir e redescobre a tal da "queda" pelo fulano em questão. O ruim é que você só redescobre o "pote" quando meses depois você marca com uns amigos (os mesmos do churras) ir num barzinho, você chega depois ainda faz uma brincadeira com o objeto de flertes de meses atrás, e quando olha de novo a sua amiga tá lá, dando "uns beijos", no melhor estilo "casalzinho apaixonado".

Tudo bem que à essa altura do campeonato a única palavra que vem a cabeça é 'SIRIGAITA', palavra que, aliás, chega acompanhada de pensamentos do tipo 'O que ele viu nela?' ou 'Não acredito que esses dois estão juntos mesmo...' ou ainda a versão 'Eu precisava mesmo ver isso?'...

A solução? Teoricamente é desencanar. Achar os defeitos do cara e lembrar que vocês dois não deram certo então ele tem todo o direito de tentar com outra pessoa. Seria mais legal que não fosse justo a sua amiga (da onça)? Seria! Lógico que seria, mas fazer o quê? Homem não liga muito pra essas coisas, mas nós mulheres, bichos esquisitos que somos nos achamos no direito de achar que só porque estamos afim é nosso e ninguém tasca. Um erro? Sim. Afinal como eu disse lá em cima o segredo é saber dividir.


Ok, agora alguém por favor me passa a fórmula, que eu estou precisando?