28 de fevereiro de 2009

Entendendo

Tudo o que eu queria às vezes é entender. Só isso e mais nada. Entender porque tem dias que o "ser" puxa assunto e tem dias que se cala como se eu não existisse.

Tem dias que o "ser" está um amor, trata bem, conversa e brinca e tem dias que o silêncio do "ser" simplesmente phode com a minha vida.

Pois é... Eu só queria entender.

Parece que é só não ligar mais e ignorar que sente falta...

Odeio meu orgulho às vezes. Mas tem dias, como hoje, que ele faz tanta falta...
O problema é que eu me derreto toda por causa daqueles olhos castanhos... Hora de começar a esquecer...

6 comentários:

  1. talvez o "ser" esteja com problemas pessoais aos quais não possa compartilhar, ou talvez seja egoísmo essa visão, talvez não seja hora de começar a esquecer, mais sim aceitar...

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  2. São três as possibilidades: 1) o "ser" realmente não se importa com você e, por "n" possíveis motivos, não te procura tanto. Neste caso, checa pra ver por que ele não estaria se importando: se seria por não gostar de você ou então se, apesar de gostar, estaria com problemas pessoais 2) O "ser" te ama e te adora, mas também sente necessidade de viver a própria vida, no sentido de ter a sua individualidade preservada. Cabe a você, descobrir qual dentre as duas possibilidades. E, caso seja a segunda (ele te ama muito mas tb quer preservar sua individualidade), pensar em qual modelo de amor você quer, se um mais baseado no amor-romântico (o tal do "nós" que você mencionou em outro post), ou um outro, em que as duas partes têm maior autonomia. 3) A terceira possibilidade acho a mais remota mas, pra desencargo de consciência, aqui vai ela: caso o "ser" seja tarimbado, ele sabe jogar o jogo da falta. Assim: só existe desejo, se existir ausência de satisfação, pois quando a gente tá saciado, o desejo diminui muito. Fazer o jogo da falta é isso: sumir deliberadamente, não ficar indo (tanto) atrás, ligar apaixonadamente num dia e pular dois dias sem mandar nem um sms sequer, pra manter aceso o fogo do desejo da outra pessoa. Há dois tipos de jogadores: os que amam a outra pessoa e fazem esse jogo pra preservar a relação (que cairia na mesmice se ficasse todos os dias procurando, p.ex), e os que não a amam mas querem explorá-la, e esse é o caso dos cafás. Como me dizia uma ex-aluna despedaçadora de corações (uma cafá de saias) e que jogava bem a falta, "homem é que nem carniça, quando mais vêm atrás de mim mais eu piso em cima e quanto mais eu piso, mais vêm atrás de mim". :*

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  3. Ansiosissíma...
    quem sabe eu levo essa tbmmm...

    é sempre assim Nunca achamos o nosso orgulho quando precisamos dele...

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  4. Ou o ser é bipolar...
    Ou é homem. (:

    Segura no orgulho e força na peruca!

    Ósculos e amplexos.
    ;)

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  5. Eu deixaria o ser pra lá, fingiria não dar a mínima e isso acho ate que eu faço muito bem, mas sabe como é, falar é fácil.

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  6. Essa coisa de ser é meio natural do ser humano. Principalmente do sexo masculino. Mas se isso está virando uma rotina insuportável, concordo que está na hora de esquecer.
    Vim retribuir o comentário e agradecer as boas vindas ;) do TDB09
    Aproveitar tbm pra perguntar sobre os trotes g.g
    que medo! haoiahoaho
    Beijinhooss

    Andressa C

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