27 de agosto de 2009

Dicas Blogger, desde (quase) sempre na rede

"Era um blog muito engraçado, não tinha widgets, não tinha nada..."

Acho que grande parte da blogosfera brasileira, poderia cantarolar essa música até uns tempos atrás. Por mais que existissem alguns (vários) widgets, a gama de personalização dos blogues hospedados pelo Blogger não era muito extensa, e por mais que fosse, até um tempo atrás ninguém entendia lhufas da coisa.

Nessa atmosfera de dúvidas e caminhos escuros eis que surge uma luz no fim do túnel. E não, não era um trem vindo na nossa direção. Eis que em 2007 surge o Dicas Blogger.

Quem gosta de blogs imagina que o Dicas Blogger é tipo Deus, que está aí desde o principio, onisciente e onipresente.

O DB é algo como pai e mãe de cada novo blogueiro, e por que não, dos mais antiguinhos também. Ensina os primeiros passos, e depois que você já consegue andar com os próprios cliques, ele continua ao teu lado, divindo coisas legais, mostrando coisas novas e dando dicas, muitas dicas.

Escrito pela Juliana Sardinha, mulher de fibra e garra e que deixa muito tubarão no chinelo, o DB está na rede, mas não é peixe, e completa anos agora em agosto.

Não é necessário falar sobre os diversos prêmios já recebidos, afinal você com certeza já passou por e conferiu. (se não passou ainda tá em tempo, viu?)

Se você também bloga o DB é passagem obrigatória.
E se não bloga também. Afinal você acha que o DB é considerado onisciente à toa?

26 de agosto de 2009

Rótulos e embalagens

Me peguei twittando sobre o assunto e resolvi me aprofundar e lançar algumas palavras ao vento, não como Cássia, mas como Priscila!

Desde que a gente nasce a gente vai acumulando rótulos dos mais diversos. A gente cresce e continua recebendo os benditos dos rótulos.

Roqueiros, pagodeiros, São Paulinos, Palmeirenses, Paulistas, Cariocas ou Gaúchos, bonitos e feios, inteligentes e ignorantes, separações, categorias. Heteros, homos, transsexuais.

E todo mundo te julga por aquilo que você aparenta ser. O tempo todo.
Se você apaixona demais, de menos. Se você não se apaixona.

Entendo a Ariane quando ela diz E Daí? E tenta se expor menos.

Às vezes eu penso do mesmo jeito: tenho que me conter, tenho que falar menos sobre mim. Twitter às vezes nos deixa muito vulneráveis. E eu fico pensando se algum possível empregador ia gostar de saber como sou intensa, como me apaixono, ou como me sinto num dia onde o tédio reina sobre a vida. Será que vou deixar de ser levada à sério por conta disso: por ser humana demais?

#Mimimi tem limite, e todo mundo sabe. Eu também sei quando exagero, tudo bem que só percebo isso quando já exagerei, mas e daí?

Vou deixar de sentir o que sinto? Deixar de ser quem sou? De pensar como penso? Dificilmente.

Tenho vinte e quatro anos nas costas (no resto do corpo também, embora muita gente dê menos), já passei por muita coisa nessa vida e tenho outras mil experiências para viver. Nunca neguei a cara à tapa e sempre me esforcei pra dar o meu melhor em algumas coisas. Por essas e por outros motivos durante um bom tempo tive gastrite: porque eu me cobro demais. E vou continuar me cobrando. Embora em dia s como hoje eu simplesmente me revolte e tenha vontade de mandar um grande FODA-SE para meio mundo.

Rótulos, embalagens, máscaras sociais.
Fofocas e burburinhos.
Vontade de jogar tudo pro alto e começar tudo de novo outra vez.

22 de agosto de 2009

O retorno do anjo mau

O Anjo Mau retorna à Terra. Volta à vida, solitário, ainda doente de amor, ainda amando na hora errada. Os amores mudam, a dor permanece.

E é justo quando dói que ele sente que volta a viver. A dor o traz de volta a vida, como a fênix que ressurge das cinzas. É como se o fogo o consumisse por dentro, como se a carne se tornasse ferida viva, latejando, deixando o sangue escorrer do coração ferido de amor.

Cada gota que cai, enche o peito de vida. É como se ocorresse uma transfusão ao contrário, onde a equação realizada se resume em quanto menos sangue mais vida.

O Anjo mau sorri em meio a dor. Disfarça o incomodo sentido, as escaras abertas, sorri para o jogo de Xadrez a sua frente. Encara cada peça como única. Fita por um tempo maior a Rainha. Sorri novamente e nota que sem querer deixou um pouco do sangue escorrer pelo tabuleiro.

Não é a velha ferida de sempre que sangra. É uma nova. E isso o desconcerta.
Atordoado ele se esconde. Envergonhado de seus sentimentos, evita olhar nos olhos alheios.

Até quando? Ninguém sabe.
O Anjo apesar de mau, sempre surpreende.

21 de agosto de 2009

O pior dos piores

A gente tem mania de procurar o melhor de algo, o maior de algo. O melhor livro, a melhor música... Records... A maior qualidade, a melhor noite, a maior furada, o maior mico. Pensando nisso cheguei no pior fora já tomado na história.

Pelo menos na minha história.
O pior fora não foi o cara me dizer que éramos amigos e que não queria estragar a amizade, não foi simplesmente me evitarem, não foi quando ficaram com outra na minha frente mesmo sabendo que eu estava afim, nada disso. O pior fora, o meu pior fora, foi o que tomei quando me disseram quem não dava pra continuarmos juntos. Quando a boca dizia algo e os olhos desmentiam cada palavra dita. O pior fora é saber que o outro também gosta, também quer, e mesmo assim o tão esperado "conto de fadas" não vai ter final feliz. O pior fora foi aquele motivado por covardia. Por medo de jogar tudo pro alto, enfrentar algumas coisas e tentar ser feliz.

Ainda bem que tomei um fora assim! Pois é, tudo na vida tem um lado bom...

19 de agosto de 2009

Epístola Livre

Carta aberta aos passantes, aos viventes e aos amantes. Não os amantes frutos de adultério, mas me refiro aqui àqueles que amam.

Na verdade essas palavras escritas na pressa de mais um dia representam apenas uma maneira de aliviar a cabeça e deixar transbordar em palavras um pouco dos sentimentos desta que vos escreve.

Creio que muitos acham graça nesses suspiros apaixonados publicados desavergonhadamente. Palavras que apenas desejam preencher um coração já preenchido.

Quisera eu preencher com atitudes a vida, o dia-a-dia, de quem tanto aprecio.

Quão piegas consigo ser. Piegas e tola tal qual uma criança ingênua.
Escrevo ao relento, como quem nada quer de volta. Ainda que meus desejos sejam todos loucos e incandescentes. Desejos de construir uma vida à dois, de ser mais, de ser a melhor pessoa do mundo, para simplesmente ser parte de ti...

Sabes, andei chorando pelos cantos, sentada à frente de um monitor, ou situada atrás do volante em noite fria. Sei bem que você sabe. Não era um choro ruim, acredite. Era um choro por sentir-me impressionada com a constatação de que novamente brotou algo no lugar que eu julgava estéril. Completamente estéril.

O conto de fadas finalmente acabou. E agora vejo que posso criar novas histórias.
Estou livre para fazer novas escolhas sem parar e pensar numa história que poderia ter dado certo.

E meu espírito anda tão leve que trocaria meu mundo pelo teu, ainda que em dias como o de hoje você quisesse implodi-lo. Trocaria o meu mundo, inteiro, repleto de pequenas alegrias por aquilo que sobrar do teu.

Deves me achar uma desvairada cheia de alucinações. Ou talvez só uma boba a escrever tolices. De verdade? Não me importo mais.

Me sinto livre. E de certa forma devo isso a tua decisão de ter ficado mais um pouco comigo, ao me convencer com os frutos dessa amizade.

18 de agosto de 2009

Apetite

Porque minha fome é amor e minha sede é de beijos!
Porque o coração pede, coração bate, coração sente.

Passional. Sentimental. Irracional.
O tipo de pessoa que não se contenta com sexo meia boca, meia alma, meia cura.

O que eu quero, quero por inteiro.
O resto é passatempo.

Apetite. Fome. Meio dia. Um dia pela metade.
Uma vida inteira. Um amor inteiro.
Uma lembrança pela metade.



Texto antigo.
Não sei porque resolvi postar.

13 de agosto de 2009

Do ouvido para a alma

Eu sempre tive uma ligação muito interessante com música.
Desde pequena quando pegava os vinis do meu pai e escutava um a um, seguidamente.

Especialmente Häendel e Beethoven. Não entendia e continuo não entendendo muita coisa, apenas aprecio e confesso-me encantada com quem gosta de música clássica e conhece de verdade.

Também desde pequena gosto de Rita Lee, em especial de um trabalho que já existia antes mesmo da dona Priscila aqui vir ao mundo: Rita Lee e Roberto de Carvalho lançado em 1982 (eu sou de 1985).

Dessa época, em que escutar os discos de meu pai era um hábito, conservo até hoje uma mania: ouvir música deitada no chão e de olhos bem fechados.

Gosto da sensação da música sendo parte de mim, tomando conta de cada poro, cada centímetro da pele. Escorrendo feito a água gelada arrepiando como num banho de cachoeira. Gosto de sentir meu coração tentando acompanhar o compasso da música.

Por essas e por outras sinto saudade das aulas teóricas de música, saber o tempo de mínimas, breves, semi-breves, informações e conhecimentos jogados ao ostracismo da minha cabeça.

Confesso que há muito não fazia destas coisas, não conhecia algo, em questão de som, tão bom ao ponto de me levar de volta a esse passado que de certa forma é memorável. Ouvia sim meus rocks, tinha meus momentos Coldplay, System of Down e outras coisas mais, mas não era como antes. Esses momentos não vinham acompanhados de um sentimento de paz, de algo possível de sentir fisicamente por dentro do peito.

Foi então que conheci Beirut.
E me encantei. E me desfiz no ar, e senti paz. E quase chorei com essa sensação que me faz companhia sempre que escuto. É como se Deus tocasse em mim e preenchesse todo um vazio que eu sequer sabia que existia.

Primeiro Elephant Gun, que tempos depois descobri ser parte da trilha sonora de Capitu, minissérie da Rede Globo. Até aí o vazio não havia sido descoberto muito menos preenchido. Gostei tanto da música que fui procurar mais coisas. Baixei um EP e também o último álbum o "The Flying Club Cup". Do EP já conhecia a música da minissérie, mas meu êxtase veio mesmo é com a faixa de número 2 do álbum: Nantes.

Baixe. Ouça. E me diga você o que você sentiu.

Kid Abelha e a falta do pronome

Há muito não o uso, afinal ele tem sido desnecessário nessas minhas andanças solitárias. Desde que decidi não mais amar, construí um Muro de Berlim ao redor do coração.

Apesar de alta, a edificação deixava algumas partes à mostra. Durante muito tempo expus cicatrizes de uma velha história, marcas do conto de fadas que não deu certo.

Mesmo com esse desejo insano de me fechar, de isolar meus sentimentos do convívio, nesse meio tempo tentei entregar as chaves do grande portal - que leva a parte mais profunda daquilo que tenho no peito - para algumas pessoas.

O problema é que pulei a etapa do pronome. Não havia um "nós". Assim como continua não havendo. Era sempre eu e você ou você e eu. No máximo aparecia um "a gente" no meu vocabulário sentimental. Mas nada tornava duas pessoas em uma só. Nada era "nosso", nada era "compartilhado" de fato.

Falei sobre minha vida. Ouvi sobre a vida alheia.
Certa vez até tentei que um certo par de olhos castanhos adentrasse os muros e conhecesse os jardins. Queria mostrar-lhe o meu porto particular, o meu cais, o local mais seguro do meu mundo. Queria que o brilho daquele olhar motivado por mim.

Não deu certo. Continuamos a ser eu e o "Par de olhos". Como diria Kid Abelha mas "Amor por retribuição? Você só pode estar de brincadeira".

Continuei a caminhar. Por vezes fazias festinhas junto ao famoso muro meu, mas sempre do lado de fora. Tentava encontrar nos sorrisos alheios, na tez branca como marfim um alguém digno e corajoso o suficiente pare adentrar e por lá ficar. Mas pessoas corajosas querem desbravar o mundo, e nesse caso o meu infinito particular ainda era pouco. Conseguimos formar um "a gente", mas o agente super poderoso resolveu acompanhar a correnteza e conhecer outros portos.

Pensei em errar tudo de novo. Voltar no tempo e reviver coisas que infelizmente haviam mudado. Afinal até então eu acreditava cegamente que "longe do teu domínio eu iria de mal à pior".

Ainda faltava o bendito do pronome. Faltavam os "nossos" sonhos, os sonhos com a "nossa" casa, a "nossa" vida. Eu não tinha encontrado "a fórmula do amor"

Então antes que me jogasse de algum andar, resolvi sair, fazer um "contrato com a noite".

Tomei "3 taças", e tantas outras taças mais, na inútil tentativa de me livrar dessa "fixação" por pronomes.

Passei um bom tempo me perguntando "por que eu não desisto" dos pronomes. Cheguei a conclusão que foi pressa demais em tentar viver coisas, planejar viagens com direito a estadia num Grand'Hotel, quando a gente nem conseguia planejar direito as idas ao cinema.

Passei por cima dessa história. Atropelei a paixão.

Passei mais um tempo alternando entre me fechar no porto existente atrás do meu Muro de Berlim e espiar pela fresta se existia alguém para quem eu pudesse jogar a chave. Durante esse tempo sem querer fui deixando o muro cada vez mais alto sem nem mesmo perceber.

O tempo foi passando... Quando eu menos esperava, num passeio por entre os jardins do lugar onde o passado é guardado percebi que o que eu procurava mesmo era alguém transparente, que mesmo sem querer demonstrasse equilíbrio. E que tivesse o mesmo desejo de construir pronomes como eu. Eu já havia me cansado de gastar tantas palavras por gastar, e confesso tentei não pensar naquela possibilidade. Foi em vão.

Coração é um bicho bobo e burro, um bicho que a gente não manda. Quanto mais eu tentava não pensar mais meu coração procurava por "coincidências e confirmações". Percebi que mesmo tentando forçar a abertura dos fortes e pesados portões que guarda o mundo que existe atrás do muro, eu acabei mudando meu comportamento sem perceber. Já havia entregue metade da chave. E tudo ficou a meio a meio. Minhas visões de mundo, meus desejos. Eu não estava nem dentro do meu próprio mundo nem longe o suficiente pra me desprender e me descuidar com estranhos.

Nesta cabeça que vos fala criar um pronome agora parecia real, parecia uma ideia simples, uma questão de tentar a sorte, por que não?

O "nós" estava tão perto, tão próximo, tão meu.
Mas acho que me perco dentro de mim. Leio e releio palavras, invento situações. Me sinto incapaz de acender a luz numa noite escura. Incapaz de dar de volta a paz que senti enquanto observava pelas frestas a vida lá fora do meu mundo.

Acabei perdendo o sono e tendo certeza que, de alguma forma, eu sou louca, mas ninguém desconfia.

10 de agosto de 2009

Volátil

Meu corpo se desfaz no ar. Se torna leve e se eleva.
Meu coração não bate, apenas sussurra os movimentos.

Tudo é paz, tudo é bom. Permaneço assim, quieta, atenta e mansa.
Carrego um sorriso bobo no rosto, um riso solto no ar, um sorriso quase pueril...
Então cerro os olhos e me teletransporto para algum local longe e alto de onde vejo tudo e todos. E tudo é tão transparente quanto minhas palavras, quanto meu olhar.

7 de agosto de 2009

Amanhecendo

A sexta amanheceu suave e plena. A madrugada havia sido quente, tão quente que a janela do quarto permaneceu aberta durante toda a noite. Lá fora a Lua sorria, grande, bela e majestosa projetando sua luz quarto adentro.

Os sonhos não foram dos melhores, um incômodo dissimulado, disfarçado de insônia que marcava presença a cada vez que eu pegava no sono. Durantes os breves intervalos de repouso, tornava a sonhar com o objeto de meus desejos, com tudo o que eu não quero desejar. Sonhava com o calor dos corpos tão quentes quanto a súbita noite cálida em pleno inverno. Sonhava com beijos ardentes, inebriantes, repletos da mais pura volúpia. Um desejo bom. Um bom encontro entre os corpos. Mãos se misturando entre colo, ancas, pernas, coxas e barriga...

Sonhava e acordava com raiva. Sonhava e esperava nos sonhos as palavras que jamais vou ouvir.

Foi então que amanheceu. A aurora com suas cores típicas foi chegando de mansinho junto com o canto dos pássaros. O dia foi se formando pouco a pouco.

O celular despertou e eu inocentemente permaneci por mais alguns instantes a conversar com o teto, fitando-o e tentando ouvir suas respostas. Fez-se sexta-feira. Hora de cair da cama e ganhar o dia.

5 de agosto de 2009

Palavras engasgadas.

Odeio meu orgulho besta, odeio esse silêncio ensurdecedor, odeio as perguntas sem resposta.

Odeio me portar como adolescente, regressar no tempo com esse turbilhão de sentimentos. Não gosto das minhas mãos molhadas de suor quando falo ao telefone contigo, não gosto da maneira como disparo a falar e não te ouço.

Não gosto dessa situação.
Não aprecio a maneira como minha perna fica balançando incontrolavelmente cada vez que olho a janela do messenger. Não curto a forma como me programo para sempre ler e rever as mesmas palavras, as mesmas imagens.

Não curto a forma como nego tudo o que sinto. Não gosto de estar assim. Não gosto de perder o controle sobre a situação, sobre o que sinto e tudo o mais.

Odeio ligações perdidas no celular. odeio chamadas não retornadas.
Isso me transtorna, me tira a paz.

Essa ansiedade me corrói. Me deixa elétrica, agitada. Me torno impulsiva e tomo atitudes iguais as de uma criança que nunca se apaixonou e que não sabe lidar com o que sente.

Voltei no tempo. Voltei a sentir algo que jurava não mais sentir.
Não é amor, mas é aquela paixão boba e inconsequente. Aquela que não se importa em passar por cima do orgulho pra simplesmente dizer: Hey, me preocupo com você.

Palavras engasgadas. Perguntas sem respostas.
Até quando?

3 de agosto de 2009

O homem grávido

Já imaginou um homem grávido? Não? E acompanhar uma gravidez pela ótica masculina? Uma gravidez igual a "Festa Surpresa", daquelas que você nem desconfia, mas fica super feliz quando descobre? Ficou curioso?

Pois é, agora matar essa curiosidade é possível. Não é feitiçaria, é tecnologia. O aquariano (e meu amigo) Marcelo Sardela da Agência Minimalist descobriu recentemente que vai ser Papai. E pai aos vinte e poucos anos.

Junto com a notícia vieram também preocupações e um outro ponto de vista sobre a gestação. Sentimentos e preocupações, além é claro do crescimento do futuro herdeiro(a) ele anda registrando no blog Pai aos Vinte.

Dica de leitura bem bacana tanto pra quem já tem filho quanto para quem ainda não tem, ainda mais que em agosto a gente comemora o Dia dos Pais.

E pro Papai Sardela só posso desejar Felicidade e dar os Parabéns pelo primeiro Dia dos Pais desde já!