27 de setembro de 2010

A voz do passarinho

Poder presenciar por mais de uma vez um show da doce Tiê, faz com que eu tenha a certeza de que cada nova data em sua turnê de Sweet Jardim é algo único e especial.

Com a leveza característica, Tiê deixa qualquer ambiente, tenha ele 50 ou 200 pessoas, aconchegante e próximo. Um tanto quanto íntimo, o que quase nos faz sentir que estamos numa rodinha de amigos com um violão à mão.

Há pouco mais de um ano conheci a sonoridade dela - que já fez turnê com Toquinho. “Assinado eu” marcou um dos foras mais mal sucedidos que tomei na vida. Depois disso, em vinte e oito de agosto, um cover de Cryin’ do Aerosmith fez com que eu me apaixonasse de vez perdidamente pela voz do passarinho.

Se não cantasse, é fato que Tiê poderia ganhar a vida no palco fazendo “stand up”. Tirar sarro de si mesma, esquecer as letras das próprias músicas, as conversas com Plínio Profeta – parceiro de palco e produtor do disco - contribuem para o riso intimista da plateia, que canta junto grande parte de suas músicas.

Na última sexta, pude conferir mais uma apresentação exclusiva (fotos aqui) no Sesc Ipiranga. Show com gostinho de "quero mais".

Ao final, chego a conclusão que não tem como não sair mais leve, quase voando de um show dessa paulistana.

A turnê de Sweet Jardim está quase no final, se você já viu, vá ver de novo. Se não, corra e apaixone-se você também.

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