30 de novembro de 2010

Sobre o jogo

Não vou declarar toda minha paixão assim. Não vou gritar aos quatro cantos do mundo. Vou deixar subentendido, deixar no silêncio enquanto te olho, na interpretação da linha da mão... Na desculpa pra te tocar...

Sempre fui direta, sempre entreguei as cartas marcadas e por muitas vezes blefei, sabia do jogo perdido. Dessa vez vai ser diferente. Dessa vez vai ser sussurrado ao pé do ouvido, de um jeito tão bobo que nos faça rir...
Não quero tempo contado, não quero terceiros entre conversas que são nossas e que às vezes ficam pela metade.

Com o tempo, entendi que é necessário esperar por algumas coisas e acreditar em algumas outras, pois bem, resolvi acreditar nessa coisa aqui no peito e ver onde tudo isso vai dar...

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