24 de abril de 2011

Colbie pra fechar o feriadão



Tem momentos que uma música faz toda a diferença. Fim de feriado, hora de pensar na próxima semana.


dica da @nateds

18 de abril de 2011

Sobre os Losers de Glee

A internet nos permite inúmeras coisas. A liberdade de expressão é uma delas. O direito de escolha de tornar ou não algo público, também. E sendo assim por termos essas duas escolhas em mãos é que deveríamos, todos, ter um pouco mais de consciência e como comunicólogos compreendermos que apesar de tudo, a web e seus escritos funciona como uma via de mão dupla.

Manter um blog ou uma coluna que aceita comentários e censura-los somente porque vão de encontro as próprias opiniões demonstra, no mínimo, imaturidade. Acredito que as ferramentas disponibilizadas para moderar comentários foram criadas para evitar abusos como o spam. Lixo eletrônico é que mais se dissemina por aí, principalmente no Brasil, mas não vou puxar estatísticas a respeito, meu foco aqui é outro.

Não condeno o gostar ou deixar de gostar das coisas. Condeno críticas infundadas a fim de tentar parecer melhor do que os outros. Ainda hoje li uma crítica sobre Glee, uma das séries que acompanho. E quem me segue no twitter poderá procurar entre os links postados. Até aí, tudo bem. Não gosto do Corinthians e não deixo de ser amiga de algumas pessoas por isso. Faço minhas piadas, mas não acho ninguém mais inteligente, intelectual ou burro por conta disso (apesar das piadinhas).

Afirmar que “Sabemos que a maioria do público que vê essa tolice faz parte da cultura popular" é voltarmos para discussões desnecessárias. Não acho que o que é popular é ruim. Muito pelo contrário: tradições são exatamente isso: cultura popular. Madonna é pop. Michael Jackson é pop. MPB é justamente isso: Pop! Agora quero ver alguém dizer que MPB não é coisa de intelectual. Vá lá, e diga que Chico Buarque não é intelectual.

Daí a chamar de “Losers não são apenas os personagens, mas também os roteiristas dessa chanchada.” tem muito chão. O intelectual em questão esqueceu-se de parâmetros para comparar as coisas, e até mesmo a chanchada tem seu valor cultural, afinal durante muito tempo foram as únicas produções que o Brasil conseguiu efetuar.

Por último gostaria de comentar “Concordar ou não é uma questão de repertório, entendimento e gosto. Não estou aqui para mudar conceitos, agradar ou provocar pessoas. Pauto minha opinião e pronto.” Se não está afim de agradar ou transformar conceitos por que causa, motivo e razão não abre os comentários para que todos, assim como eu, possam mostrar o que pensam?

Pra quem acha que ver Glee é ser Looser (ou perdedor) fica a letra de uma das músicas compostas especialmente para a série: Loser like me.




ps: aqui todo mundo é livre pra dizer o que pensa, sem moderação! Só não vale apelar com palavrão! ;)

15 de abril de 2011

Missão "Procura-se": Atualizando a vida profissional


Seguindo a linha do tempo da minha vida profissional, paramos em dezembro de 2009. Deixei a vida acadêmica por completo. Curiosamente sai da Unip e da Anhanguera no mesmo dia. Exatamente no mesmo dia.

Recebendo o seguro desemprego resolvi aproveitar um pouco a vida e ir viajar. Após alguns meses em casa aproveitando a companhia do meu pai, pousei nas terras nordestinas, mais precisamente em Salvador. Curti o sol e o todo o tempero baiano por alguns dias.

Ao retornar ingressei na Performa Comunicação onde atuei como analista de informação. Durante alguns meses fiquei por dentro de tudo o que dizia respeito a aeroportos e aviação. Revezando nos feriados e finais de semana. Foi uma época de aprendizagem muito bacana, até porque, até então, eu nunca havia trabalhado em agência. Pouco mais de um mês após a minha saída da agência, ingressei no YouClube, aqui mesmo em São José, como Social Media.

Durante os últimos meses desenvolvi, ou tentei desenvolver, um trabalho bacana no YouClube. Fiz um estudo da base de cadastrados, colocando em planilhas cada detalhe do nosso banco de dados. No YouClube eu gerenciei o processo de comunicação por meio das redes sociais, além de escrever para o blog. Também fiquei responsável por produzir o conteúdo textual dos emails marketing e aprovar a arte, que era produzida numa agência externa.

Comunicados, quando haviam, era redigidos por mim. Além de analisar outros dados com relação à visitação do site e abertura de nossos emails.

Uma das ações mais legais que eu fiz no YouClube foi um publieditorial no blog Testosterona, comparando um iPad com a Mulher.
O resultado foi bastante satisfatório. Mais de duas mil pessoas se cadastraram por meio do link divulgado, além de alavancar o volume de visitas e consequentemente o de vendas.

E agora, como eu estou?
Isso é assunto para um próximo post.

14 de abril de 2011

Não mais como antigamente

Tenho uma pequena paixão por bloquinhos de papel.
Folhas de rascunho, juntas, formando um só objeto. Gosto de riscar e rabiscar. Gosto de ficar desenhando linhas e imaginando onde é que isso tudo vai dar.
Tento prever o futuro, mas é inútil. Meus “deja vus” já não são como antigamente. Tudo muda, e eu me calo com essas situações não consentidas.

Na verdade essa situação toda me sufoca. Me faz querer ir embora, sair correndo e dormir enquanto isso tudo não acaba.

9 de abril de 2011

Incomp...


Resolvi colocar um cd velho pra tocar. Entre tudo o que poderia escolher para hoje, resolvi ouvir System of a Down. Sei que coisas doces viram pela noite, porque tem Tiê e o lançamento de “A coruja e o coração” e talvez por isso tenha escolhido algo tão “violento” como forma de contrabalancear toda essa doçura.
Hoje não foi uma dessas sextas repletas de alegria. Há um tempo não tenho momentos de alegria plena. É difícil dizer, colocar em palavras esse aperto no peito que me sufoca sem matar, que marca sua presença silenciosamente em cada minuto do meu dia.
Por vezes tento escrever, por vezes rabisco palavras, nada me satisfaz.
Fica tudo assim...
Incompleto.

8 de abril de 2011

Missão "Procura-se": Depois da faculdade



Entre estágio, efetivação e promoção passei mais de três anos na Stereo Vale. Meu primeiro registro em carteira como jornalista pertence à radio que tem mais de 30 anos de história pra contar.

Após eu ter me formado fiquei mais um tempo por lá, fui promovida e ajudei na implantação do Jornal Stereo Vale, juntamente com a Jovana Bubniak. Aí juntei as habilidades de edição com o que aprendi na escola e me tornei repórter. A Jovana me auxiliou e muito nesse processo e me deu dicas preciosas. Mas tudo que é que bom acaba. A emissora foi adquirida pelo grupo Bandeirantes de Comunicação e grande parte da equipe foi desligada. Ainda que tenha sido uma saída triste, guardo ótimas recordações de lá e ainda hoje sou agradecida ao Elói Moreno por ter acreditado em mim.

Após sair da Stereo Vale fui parar na Unip à convite da Prof. Fátima Gamallo. Outra pessoa a quem devo muita coisa tanto no âmbito profissional quanto pessoal. Dentro da Unip eu fiquei responsável pelo laboratório de Rádio e TV do Campus Dutra, aqui mesmo em São José. Essa atividade me proporcionou muitas coisas. Além das (inúmeras) amizades conquistadas, entrei e comecei a gostar bem mais do universo acadêmico. Acredito que trabalhar na Unip me ajudou a desenvolver ainda mais o meu espírito de liderança, coordenação e desenvolvimento de projetos. Também vi que gosto de ensinar o que eu sei. Isso despertou em mim um desejo de lecionar.
E o desejo foi saciado: Em 2009 passei a dar aulas na Anhanguera Educacional de Jacareí. O 3º semestre de Publicidade e Propaganda teve a oportunidade de entrar pra minha história como professora de Linguagem e Produção em vídeo.

- Vídeo? Peraê, Pri, você não trabalho na rádio, de onde surgiu esse lance de vídeo?
- Calma que eu explico: Ainda na faculdade eu comecei a trabalhar voluntariamente na Univap TV. Hoje mudou de nome, mas o núcleo continua o mesmo. Fique por lá durante um ano. Nesse período aprendi a fazer edição de imagens, inclusive tenho alguns programas que foram veiculados nacionalmente na Rede Vida. Era o Vida e Cidadania. Durante esse um ano em que fiquei na Univap TV, editei as imagens de alguns desses, além de operar VT e mesa de áudio em transmissões ao vivo para o Canal 14, com o qual tínhamos uma parceria.

Uma curiosidade? Evaristo Costa também já trabalhou na Univap TV.

Aguarde, que ainda tenho mais a dizer sobre a minha vida profissional...

6 de abril de 2011

Missão "Procura-se": Minha história


Dentro da saga é interessante me apresentar como profissional, afinal vocês que costumam ler o blog só conhecem a faceta sentimental, que tenta - em vão - escrever algumas coisas por aí.
Se você ainda não sabe, vamos lá: Sou jornalista, graduada, dessas pessoas que tem um MTB. Me formei em 2006 pela Univap, junto com uma turma que me faz ter saudades quase sempre. Uma turma que às vezes se esbarra por aí, em coletivas, cinemas e bares, porque jornalista é tudo meio boêmio, né?

Antes mesmo de me formar já gostava de informática e principalmente: internet. Por conta disso entendo de tudo um pouco. Me viro com formatação, faço instalações sem problema algum. Sempre estou baixando algo pra testar e aprender a usar.
Gosto de fotografia e fotografo casamentos. Trato fotos com Photoshop e tenho umas noções do LightRoom. Também tenho noções básicas de Corel Draw e Illustrator. Uso PC, me viro com Linux e se precisar uso Mac também.
Trabalhei três anos na Stereo Vale. Sim, a rádio. Uhun, eu cheguei a apresentar alguma coisa por lá.

Minha história por na rádio é bem bacana: comecei como estagiária em 2005, fui efetivada como operadora de áudio. Durante esse tempo eu fizx edições de áudio e a parte técnica na gravação de alguns programas. Também aprendi a trabalhar com a programação comercial da emissora. Multitarefas, ajudava no atendimento tanto por telefone quanto pessoalmente. E olha que atender telefone de emissora de rádio não é lá uma das tarefas mais fáceis: a Stereo Vale era líder de audiência aqui na região, então imagine como era o telefone...

Me formei e fui promovida a Jornalista. Comecei a fazer a redação das notas informativas que rolavam durante a programação. Comecei a produzir o Espaço Brazuka, que era um programa voltado pra bandas e artistas independentes. Trouxe Fake Number, Ludov, MackZero 5 e muitos outros pros estúdios da “Primeira FM”.
Durante 1 ano produzi e apresentei junto com Gilson Moraes (que hoje, se não me engano, trabalha na 89FM em São Paulo) e depois com Robson Miller (que agora está em BH) o programa Eu Que Sei.Com. O Eu Que Sei era interativo, ao vivo e com participação dos ouvintes que respondiam uma enquete e participavam com perguntas e comentários de algumas entrevistas. Nesse período entrevistei bastante gente bacana: a nadadora Fabíola Molina , Megg Stock – que na época ainda estava no Luxúria, a primeira mulher a faturar um Rally dos Sertões: Moara Sacilloti, a pequena Carol Oliveira – que interpretou Maria em “Hoje é dia de Maria” e muita gente bacana.
Também na rádio eu era responsável por registrar em fotos os eventos e atualizar o site com diversas informações. Se naquela época o Twitter já existisse e Facebook fosse pop como hoje, com certeza eu seria a mulher que o atualizaria.

Acha que acabou por aí? Minha vida profissional estava só começando...

4 de abril de 2011

Missão "Procura-se": O início


Trinta dias. Uma meta: arrumar emprego antes do meu aviso prévio terminar.
Redes sociais, e-mails, telefonemas. Buscas, ansiedade. Entrevistas. Tudo isso vai fazer parte do meu cotidiano nos próximos dias. Poderia até ser mentira, e eu esperava que fosse, mas dia 1 de Abril chegou com a dura notícia de que uma equipe inteira será desligada da empresa.

O clube de compras no qual trabalho está procurando por outros investidores e a empresa que o administra preferiu desligar a equipe e mais alguns funcionários do marketing. Sendo assim, mais de dez pessoas estão, novamente, disponíveis no mercado de trabalho.
Jornalista sabe bem a realidade da profissão, e sabe também que hoje em dia dificilmente alguém aposenta na empresa em que começou a trabalhar.

Tendo em vista esses acontecimentos, resolvi escrever sobre a minha (esperada) recolocação no mercado de trabalho.