16 de agosto de 2012

pensando ao som do passarinho

Acho que preciso desabafar, acho que mexi numa ferida, acho voltei num passado que eu deveria ter deixado pra trás há muito mais tempo.
Ao som de Tiê muita coisa faz sentido.
Começo, meio e fim.
“No meio da euforia aquele alguém me protegia, mas não foi por acaso que o encanto se quebrou. O tempo foi gastando o que não era pra durar. Como se eu soubesse, não era amor pra todo dia.
Dessa vez eu tive medo, mesmo assim eu disse "sim". Percebi o percevejo e deixei cravado em mim.
Só eu sei que foi melhor assim. Ás vezes é mais saudável chegar ao "fim"
Chegar ao "fim"
– Piscar o olho, Tiê
Tenho em mim todas as mágoas do mundo.
Parece que minha vida pode ser contada nas músicas da cantora com nome de passarinho.
O que começou com “Assinado, Eu” virou Dois mesmo sendo Stranger, but Mine, virou Perto e distante.
Turbilhão de coisas.
E no fundo uma raiva, uma mágoa.
Mágoa...
Mais mentiras. Mais do mesmo.
Não sei porque ainda me surpreendo.
Eu já deveria ter me desistido de tudo, ter perdido as esperanças de uma amizade bacana.
Poucas vezes me senti tão mal assim.
Sinto uma raiva tão grande, pena que é apenas raiva de mim.


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