3 de agosto de 2013

nem tão ao céu, nem tão ao solo.

Muita coisa, pouca coisa.
Muita música, poucos sons.

Palavras que são ditas sem que, de fato, elas queiram ser ditas.
Não sou a pessoa mais linear do mundo.
Essa inconstância me pertence. Essa inconstância sou eu.

Nem mais, nem menos.
Nem sempre eu digo o que eu quero dizer.
Nem sempre eu calo o que eu quero esconder.

E aí vai, a vida vai, eu vou, as pessoas vão.

Não me leve tão à sério. Não gosto de levar responsabilidades.
Não sei fazer ninguém feliz. No máximo, tento me fazer feliz.

Gosto da leveza.
Gosto de caminhar. De aprender.

E a lição da vez, qual é?

Não é porque trago um sorriso no rosto que estou feliz.
Nem todo riso é felicidade.

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