30 de janeiro de 2014

60 dias

Mais um ano de trabalho árduo se passou e já comecei a programar as férias 2014.
Abril será um mês para entrar na história: Meu primeiro festival de música e minha segunda viagem internacional.

Resolvi escrever mais para organizar e deixar registrado os preparativos.
Todo ano, desde que entrei no Outback, é quase a mesma coisa: começo economizando já em dezembro, tento guardar a maior parte do 13º pra usar nas férias.

Esse ano resolvi não atravessar o oceano e ficar pela América mesmo, mais especificamente pela América do Sul.
Don't cry for me Argentina, em abril estou chegando para o Lollapalooza.

Eu já queria pegar algum festival aqui no Brasil, que fosse o Lolla ou o Planeta Terra, mas ao descobrir o lineup dos hermanos não resisti. Corri pra verificar minhas milhas e comecei a monitorar preços de passagens aérea pra capital argentina.

Tudo bem que antes mesmo de decidir o destino eu já havia montado uma planilha com os "possíveis" gastos das férias, até porque antes de realmente decidir eu cogitei ir pra Colômbia.

Nessa planilha eu faço uma média de gasto com alimentação, estipulo um valor a ser gasto com compras, passeios e transportes. Incluindo o gasto com hospedagem em diversos hotéis e/ou albergues.

Se ano passado eu fiquei num hostel em Paris, esse ano resolvi optar pela privacidade, mesmo ficando que eu vá ficar num hostel em Buenos Aires, preferi pegar um quarto individual.

O hostel, ao que vi, é super bem localizado, no centro da cidade e com acesso tanto por ônibus quanto pelo metrô.
Agora é contar os dias e começar a pagar as primeiras contas.

Passagem e ingressos juntos darão em torno de 700 e poucos reais. Quero pagar tudo antes pra voltar e não ter com o que me preocupar.
Já de hospedagem estou me planejando pra gastar em torno de mil e cem reais.

Faltam 60 dias. É, estou em contagem regressiva.

11 de janeiro de 2014

Fim

Acho que finalmente cheguei no que me tem feito pensar e repensar por esses dias: o fim.
Todo e qualquer fim é evitado. Passamos a vida inteira tentando prolongar tudo. Prolongar inclusive a vida.

Ciência, remédios, cosméticos... Tecnologia. Uma infinidade de coisas que tentam eternizar cada passo.
O fim é natural. De tudo. Seja um relacionamento, uma fase na vida, um emprego. Tudo chega ao fim. É possível, em alguns momentos, recomeçar, mas ainda assim é necessário ter antes um fim.

O fim é saudável quando é aceito. Deixa de ser triste. Nos permite fazer a escolha de começar de novo ou começar outra coisa.
Ter um fim não quer dizer ser esquecido. Existiu. Estava ali, mas acabou. Como tudo na vida acaba.
Só o espaço e o tempo são infinitos. Nós, eu e você, apenas passeamos, e tentamos inutilmente adiar o fim.

Por vezes nos prendemos tanto às coisas, às pessoas.
Sinto falta de me sentir livre o suficiente de deixar tudo e todos irem.
Sinto dificuldade em aceitar alguns finais.