28 de fevereiro de 2015

o Jogo do menos

Às vezes menos é mais.
Talvez tenha sido isso que motivou a sair do facebook, tempos atrás.
Voltei? Sim, mas sem o aplicativo no celular.

Não quero ser refém da vida alheia. Seja por me prender nas coisas que as outras pessoas fazem, seja por filtrar o que faço ou deixo de fazer.
Quem precisa saber o que, quando e onde faço, sabe.

É bíblico: O que mão direita faz, a esquerda não precisa ficar sabendo.

Paralelo a tudo isso: tenho procurado ocupar a cabeça do diversas coisas só não ser mais presente do que eu deveria.
Priscila e suas neuras. Priscila e sua linda mania de pensar demais.

Como sempre: muitas perguntas e poucas respostas.
Na realidade, muitas perguntas que não são sequer verbalizadas.

Será que mais alguém é assim?


Eu gosto de jogar, mas jogo com as regras estando bem claras.
Nesse caso não sei nem se tem jogo, quanto mais se tem regras...

"Better run faster than a bullet."

Coisas desconexas. Trechos de músicas.
Lembranças.

Por essas e outras gosto tanto de trabalhar: ocupa a cabeça com menos coisas.

25 de fevereiro de 2015

Sobre iniciativa.

Algo me diz que passarei por tempos difíceis no trabalho.
Não por falta de apoio, mas pelos desafios impostos e pela bomba-relógio que eu tenho em mãos.

Medo?
Tenho. Tenho muito. Nessas horas queria ter feito meu pé de meia com um pouco mais de antecedência.
Mas é a vida.


Novas pessoas para me ocupar a cabeça.
Gosto dessa coisa de ficar caçando sorrisos. Gosto de saber que alguém sorriu por minha causa.
É isso o que me faz dar bom dia para estranhos na rua. É isso que me faz segurar a porta, dar passagem...

Eu me preocupo com as pessoas ao meu redor. Se essa preocupação resulta em ações, são outros quinhentos...


Agora é hora de ir dormir. Dormir e tentar não esperar que a iniciativa de começar uma conversa tenha que ser sempre minha.
Depois volto pra falar mais sobre isso.






19 de fevereiro de 2015

Procurando por uma desculpa...

Pensar, pensar e pensar.
Ter que procurar foco para seguir com o trabalho enquanto a minha cabeça segue ocupada com a eterna questão do "mandar ou não mensagem".
Gostava mais do tempo quando eu fazia o que tinha vontade sem ter que ficar medindo.
Ser inconsequente às vezes tem suas vantagens.

Aí tudo traz algo pra lembrar aquilo que eu quero deixar no cantinho, aquilo que quero deixar para depois.
O meu problema é ser exagerada e ansiosa. É achar que o mundo vai acabar amanhã e que eu não vou ter uma chance. Que eu não vou ter a minha chance. Chance de viver tudo o que eu acho que eu devo viver.

Me tranquei no meu castelo. Poucas pessoas sabem o quão incrível eu posso ser.
Mas é um processo. E é muito mais gostoso quando o outro se interessa e não quando eu mostro tudo o que há guardado aqui.
Não é a busca de um relacionamento. É a busca de um significado. Essa busca tem amplitude...

Qual o pecado em gostar de alguém?
Não sou mais criança para ficar de mimimi e fazer pose, fazer carão.

Tudo isso pra quê? Só pra dizer que eu queria ver alguém de novo.

8 de fevereiro de 2015

Clichês e questões

Das coisas que eu sempre tive certeza: palavras têm força.
Atitudes sempre voltam. Aqui se faz, aqui se paga.
Desespero não é bom.
Ciúmes me faz mal. Ciúmes é insegurança.
Confiança é primordial.

O óbvio é a verdade mais difícil de se ver.
O que eu vejo por aí? Desespero.

Ou talvez eu só seja fria e desapegada demais.
Um dia vou tentar entender tudo isso.

Quem me conhece sabe o quanto eu sou previsível. E sabe muito bem o que esperar de mim.
Não perco meu tempo com a vida dos outros. Não perco meu tempo gastando energia com coisas e pessoas que não me acrescentam.
Ou soma ou some. My way or the highway.

Falo pouco sobre mim justamento pra não ter que ouvir sobre mim.
Não falo sobre os outros porque não quero que falem sobre mim.

A verdade sempre aparece uma hora ou outra e quem não deve não teme.
Clichês que fazem a vida ser interessante.

Acho que a minha grande questão hoje é: do que eu realmente preciso?

Não vou responder com palavras. Como eu disse ali em cima: as palavras têm uma força imensurável.
Não digo Eu te amo, não prometo coisas, não chamo ninguém de vida ou meu bem, muito menos digo algo é pra sempre.
Já vivi grandes histórias que não foram pra sempre e, ainda assim, sempre serão recordadas.

Poucas vezes estive tão bem.