28 de fevereiro de 2015

o Jogo do menos

Às vezes menos é mais.
Talvez tenha sido isso que motivou a sair do facebook, tempos atrás.
Voltei? Sim, mas sem o aplicativo no celular.

Não quero ser refém da vida alheia. Seja por me prender nas coisas que as outras pessoas fazem, seja por filtrar o que faço ou deixo de fazer.
Quem precisa saber o que, quando e onde faço, sabe.

É bíblico: O que mão direita faz, a esquerda não precisa ficar sabendo.

Paralelo a tudo isso: tenho procurado ocupar a cabeça do diversas coisas só não ser mais presente do que eu deveria.
Priscila e suas neuras. Priscila e sua linda mania de pensar demais.

Como sempre: muitas perguntas e poucas respostas.
Na realidade, muitas perguntas que não são sequer verbalizadas.

Será que mais alguém é assim?


Eu gosto de jogar, mas jogo com as regras estando bem claras.
Nesse caso não sei nem se tem jogo, quanto mais se tem regras...

"Better run faster than a bullet."

Coisas desconexas. Trechos de músicas.
Lembranças.

Por essas e outras gosto tanto de trabalhar: ocupa a cabeça com menos coisas.

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