21 de abril de 2016

Do ìndio

Você me disse, dia desses, que gosta da maneira como escrevo, como demonstro alguns sentimentos.
Era o dia do Índio, eu me lembro bem. Era o seu aniversário.
Justamente por isso, resolvi hoje fazer do vinho companhia e das palavras um registro sincero de tudo que se passa por aqui.
Poucas vezes eu te desejei como desejo hoje. Até porque me pego perguntando inúmeras vezes é possível querer alguém assim, sem nunca ter visto, sem nunca ter tocado?
Nossa história é repleta de reviravoltas. Talvez por isso eu tenha essa curiosidade, esse desejo ardente de provar dos teus beijos, essa vontade louca de querer te conquistar. Talvez porque no fundo eu seja uma contadora de histórias (não à toa eu cursei jornalismo) e essa (nossa?) história fica cada dia mais louca, mais interessante.
E você, que sempre gostou do que eu escrevo, se torna hoje inspiração. Se torna a companhia que eu queria pra esse final de noite, o toque que eu queria em minha pele.

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