23 de agosto de 2016

Insira aqui um título pra falar de saudade

Hoje é mais um daqueles dias em que fica difícil não chorar de saudade.
A cerveja embala as palavras enquanto escuto Maglore. De novo e novamente.

A chuva molhou São Paulo no final de semana. Já minhas lágrimas molharam a camisa, o travesseiro, a vida. A chuva foi o Universo colocando pra fora o universo que há dentro de mim.
Eu sou meio boba com algumas coisas. De alguma forma eu me sinto conectada com o tempo, com o espaço, com a atmosfera, com tudo. Especialmente com o tempo. Não com o tempo no sentido de passagem de minutos e segundos, mas com o clima. Porque o passar de cada dia, hora, minuto e segundo não é do meu controle, se fosse as semanas passariam rapidamente e nossos encontros seriam demoradamente deliciosos (por enquanto são só deliciosos).

Meu rosto queima. Não sei se é a cerveja, se são as lagrimas, se é tudo isso junto e misturado.

Como é que eu faço pra te fazer a pessoa mais feliz do mundo?