3 de abril de 2017

Da Barra, RJ

Receber agressões gratuitas num lugar onde me escondo é ruim. Não é esconderijo, é refúgio.
Quase um mês longe de casa.
Férias chegando.

Eu continuo pensando todos os dias em você.
Faço algumas tentativas de contato sabendo que você não vai responder. Eu não faço ideia do motivo desse silêncio todo.
Acho que eu já não me machuco mais com a ausência, com esse vazio que ficou. Mas eu sinto falta. Eu sinto saudade.
Saudade do cheiro, da risada, do som da sua voz.

O Rio, mesmo com todas suas "coisas mais lindas e cheia de graça", não conseguem apagar a memória dos dias bons que vivi ao teu lado.
Não se vive de passado, mas o tempo não existe. Somos movimento.

Fui visitar o Museu do Amanhã. Se quiser espie as fotos no meu instagram.
O passado, presente e futuro se conectam de alguma forma dentro da existência.

Faz um tempo que não tenho notícias tuas e acho que dificilmente terei. Você aprendeu a colocar limites nas sua relações. Admiro isso.

Você faz falta.
Neste momento estou na Barra da Tijuca. O Rio é interessante. Acho que estou me sentindo em casa nesta noite não tão quente. A avenida das Américas movimentada me lembra a avenida de casa.

Você faz falta.

É... Você realmente faz falta.

Um comentário:

  1. Como é chato isso, né? Mas é o tipo de coisa que requer mesmo muito tempo mesmo até se acostumar com a falta, pra poder seguir em frente sem sofrer tanto. Espero q vc consiga.

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