20 de julho de 2017

Andando

Duas e dezoito da manhã.
Eu deveria estar dormindo mas tô aqui, pesquisando sobre pós graduação.
Não sei se volto pra Gestão Empresarial ou se começo do zero Gestão de Negócios, sendo que a segunda opção seria presencial.
Penso que uma pós presencial vai mudar minha rotina, conhecer gente nova, network, essas coisas.

Não faço a menor ideia de que rumo tomar na vida.
Juro que tem horas que sinto vontade de fazer outra faculdade e ir fazer outra coisa da vida.

Antropologia? Direito? Sociologia?

Ontem consegui colocar um pouco de ritmo nas coisas por aqui. Levei o desktop e o aparelho de som do meu pai para arrumar.
Meu desktop tem um tempinho estava achando que era um avião... Aquela velha coisa do cooler da fonte que resolve não funcionar.
Até agora nada de orçamentos recebidos.

Daqui a pouco preciso ir almoçar.
Na real eu não queria ir. Odeio despedidas. É, talvez, meu último almoço com a Paloma. Domingo tá logo aí.
Eu não quero pensar sobre isso. Não quero pensar que ela tá indo passar um ano fora. Skype pra que te quero.

Começo a me programar pras férias do ano que vem: Nova York. E quem sabe um pulinho no Canadá.

O coração está mais tranquilo.
Eu estou mais tranquila. O que não quer dizer que eu deixei de gostar.
Aliás, eu acho que nunca vou deixar de gostar. But let her go. Aliás, acho que já te deixei ir faz um tempo.

Querer. Poder. Saber. Sentir.
4 coisas bem distintas.

O que eu quero? De verdade? Que você volte e a gente faça igual a canção: "Tente outra vez".

Eu posso?
Não, eu não posso. Não posso esperar uma iluminação divina, uma pancada na cabeça, uma mudança de opinião.
Pode não parecer, mas eu respeito suas decisões. Ou tento.
Eu não posso esperar que você aja de acordo com as minhas expectativas. Ou como qualquer outro ser humano.

Saber?
Eu sei. De muita coisa.
Pode não parecer também. Mas eu sei. Só não aceito as coisas que eu sei.

Sentir?
Não preciso nem falar, não é?
Eu sinto saudade. Todos os dias.

Não é a saudade que me deixa ruim, que me deixa mal. Não é. É a sensação de impotência que às vezes bate por aqui.

Confesso que ando encucada: Estou tentando lembrar quando foi que eu disse pra você largar tudo e ficar comigo. Eu lembro de dizer que se acaso você quisesse fazer isso eu estaria do teu lado. Qualquer que fosse a maneira de continuarmos. Mas tudo bem. Já foi...

Acho que eu só precisava colocar essa ideia pra fora pra dar uma aliviada aqui.

Eu ando querendo escutar coisas novas, mas tô evitando ao máximo ir falar contigo. Acho que você merece uns dias de paz.

Ando pensando bastante em sexo também. Mas deixa pra lá...

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