21 de julho de 2017

Leve

Eu tô em paz com algumas coisas.
Eu resolvi parar de tentar esquecer a qualquer custo. Acho isso estava me frustrando: querer esquecer e não ter êxito.

Era uma sensação que contribuía com aquela coisa de me sentir impotente.
E toda vez que penso nisso eu lembro da conversa em Santos... "Qual o pior sentimento do mundo?"

Não dá pra esquecer muita coisa.
Eu não vou esquecer. E nem quero. É tanta coisa sensacional. Assim como o sentimento que eu carrego comigo, que também acho sensacional.

Hoje voltando do trabalho deu vontade de ir direto pra SP só pra tomar um café com você. Ou com ela. Saber que você me lê por aqui é como se você tivesse o super poder de ler minha mente... Nunca sei se falo na terceira pessoa ou não.

Eu voltei sorrindo pelo trajeto. Um sorriso leve. Gostoso de satisfação. E eu sorria porque estava pensando justamente no que eu sinto. E eu acho isso que eu sinto tão bonito.
Eu fico me perguntando como é que tendo uma coisa tão bonita assim dentro de mim eu me deixei abater tanto?
Não faz sentido. Nenhum.

Eu só tenho a agradecer, porque entre 7 bilhões a gente se encontrou a sua existência fez (e faz) uma enorme diferença na minha vida.
Só tenho a agradecer por perceber que por conta desse sentimento eu consegui ser uma pessoa melhor, reconhecendo me um pouco mais humana e permitindo me errar um pouco mais.

Vou dormir feliz.
Hoje foi um dia bom.
Achei engraçada a conversa da tarde, mesmo sabendo que a gente tem pontos diferentes sobre o assunto.

4h23.
Tô sorrindo. E não pretendo parar de sorrir tão cedo.
Acho que é isso.
Boa noite. Bom dia.

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