6 de agosto de 2017

Sensação estranha de vazio.
Falar de você me incomoda. Na real hoje pela primeira vez me incomodou.
Incômodo.
Não me sinto confortável.
Sabe aquela coisa de pensar: porra, eu fui honesta pra caralho e pra quê? Pra nada.
Pra um monte de nada.
Foi intenso e maravilhoso.
Passaria o resto dos meus dias ao teu lado. Mas precisava ser assim?
É o caralho de uma merda ambulante que eu não vou esquecer.
Você fala e falou coisas por falar. É só olhar pros cartões que recebi. "Um dia será como planejamos". Nunca vai ser.

Das dores que carrego: essas mentiras.
Que grande merda: eu acreditei em você.
É um caralho de um desgosto tão grande.
Tão absolutamente grande.

O que é que ficou de bom dessa história? O que é que vc aprendeu comigo?

Eu me apaixono novamente.
Mas é a sua falta que eu insisto em sentir.  Problematizar? Tô chateada. Tô decepcionada.

A única vez que eu esperava que vc pedisse desculpas você não pediu.
Você não me deve nada. E nem precisa fazer algo.
Mas sei lá.
É ruim o que eu sinto agora.
E eu não queria sentir o sabor dessa coisa amarga.
Superar? Nem sei se é isso.
É algo que dói. Que vai além.

O meu mundo nunca mais vai ser o mesmo.
Acho que é isso. Eu me tornei um pouco de você.

Você poderia ser um ser humano normal. Ter recaídas. Mandar msg bêbadas. Poderia mostrar um pouco da sua humanidade. Afinal vc TB erra. Vc TB sente falta. Vc TB um monte de coisas.


Esse pseudo ar de superioridade. Essa coisa de não digo o que eu sinto. Seus jogos. Suas mentiras. Porra, qual é o seu problema?

Larga o osso. Para de vir aqui. Para de se preocupar. Ou você fica de vez ou vai embora de vez. Eu enlouqueço cada vez que sei que você passa aqui. Pra que essa preocupação de vc não vai cuidar de fato? Pra que me vigiar se você não vai mudar a porra de uma vírgula da nossa história?

Para. Por favor. E me avisa que tá parando. Aqui é o meu lugar. Desde 2003. 

Você não está mais comigo. Você não quer mais. Nem amizade. Não faz sentido. Ou você fica como amiga, amante, amizade colorida, qualquer bosta classificável ou vai de uma vez... Me esquece. E quem sabe assim.eu consiga te esquecer...

Tá doendo. Dói. Você continua me machucando com essa vigilância. Eu melhoro mas eu ainda me sinto doente. Porque tem lá, você me vigiando, com medo de eu ser infeliz...

Eu não quero esse sentimento.

Não quero pena de ninguém. Até porque, convenhamos, eu sou foda. Tenho defeitos? Opa, tenho. Mas ainda assim quem me descobre sabe o valor...

Ou fica ou vai de uma vez.

Me informe da sua decisão.

Do jeito que está não está saudável. Não pra mim. Tá me fazendo muito mal. 

Diga Adeus. Ou fica de vez.

E dizer adeus não é dar block. É conversa. 

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